Pódio em Baku ajuda Stroll a fechar primeiro semestre em alta, mas rótulo de piloto pagante ainda atormenta

Lance Stroll conseguiu abafar as muitas críticas com um inesperado pódio no Azerbaijão, mas segue preso ao rótulo de pagante, uma vez que a performance demonstrada até aqui não justifica uma promoção para a F1

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Lance Stroll viveu um pouco de tudo na primeira metade de sua temporada de estreia. Alvo de muitas críticas no início da temporada, o canadense de 18 anos também teve lá seus acertos e chegou até mesmo a subir no pódio no caótico GP do Azerbaijão. Mesmo assim, a opção da Williams de voltar a recorrer a cofres polpudos parece um tanto injustificada.
 
Depois de alguns anos de recuperação, a Williams voltou a escorregar no pelotão e hoje aparece apenas como a quinta força da F1, bastante atrás da Force India, a quarta colocada no Mundial de Construtores. Na frieza dos pontos, a performance de Felipe Massa, que aceitou suspender a aposentadoria para cobrir o buraco deixado pela saída repentina de Valtteri Bottas, parece bastante próxima da de Stroll ― os dois estão separados por apenas cinco pontos no Mundial de Pilotos ―, mas o brasileiro sofreu uma quebra justamente quando exibia sua melhor performance no ano, em Baku.
Lance Stroll conseguiu um inesperado pódio em Baku (Foto: AFP)

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Além disso, enquanto Stroll soma dois acidentes e duas, Massa não disputou uma corrida, teve a quebra azeri e um acidente no Canadá. Mesmo assim, o brasileiro esteve no top-10 em seis das 11 corridas do ano.
 
Não bastasse a distância em relação a Force India, a Williams também é seguida de perto pela Toro Rosso, que tem apenas dois pontos de atraso.
 
Stroll, por outro lado, parece muito satisfeito com sua atuação e confia piamente que mostrou seu valor e justificou o investimento feito pelo pai em treinos extras.
 
“Não estou aqui para provar nada para os críticos", disse o piloto em entrevista à versão canadense do canal ESPN. "Eu sei porque estou aqui e mereço estar. Eu fui o mais jovem campeão da F3 e fiz isso com grande vantagem. Trabalhei muito por isso. Agora, sou o estreante mais jovem a subir ao pódio na F1. E isso é uma grande conquista e acho que as pessoas que dizem que só consegui isso por causa do dinheiro estão erradas”, observou. 
 
“Com esses resultados, e vendo os pontos, ainda estou no pelotão intermediário. Sempre teremos fins de semana bons e ruins, é assim que funciona. Mas eu mostrei que mereço estar na F1. Os resultados falam por si", garantiu.
 
Ouvindo a voz dos números, Stroll conseguiu como melhor resultado na classificação nas 11 primeiras provas do ano um oitavo posto, também no Azerbaijão, onde foi terceiro colocado. Fora do inesperado pódio, o canadense pontuou apenas mais uma vez, com um nono lugar em sua prova de casa.
 
A Williams, porém, parece satisfeita com o que vem conseguindo tirar do estreante. Ou, no mínimo, disfarça bem o descontentamento. Diretor-técnico da escuderia de Grove, Paddy Lowe segue apostando no futuro de Lance.
 
"Tivemos alguns períodos complicados com ele no começo, mas acho que agora ele rompeu aquela barreira para começar a ir bem e podemos esperar resultados cada vez melhores. Agora ele tem a confiança que o pódio em Baku deu para ele. Mesmo nos dias mais complicados, é só se lembrar daquilo que o rendimento volta", disse ao site norte-americano 'Motorsport.com'. “Ele está guiando muito bem. Tem mostrado muita maturidade, isso ficou claro em Baku. Ele se manteve focado na corrida, escapou dos problemas e manteve um bom ritmo. Esse grau de maturidade, geralmente, só aparece depois de alguns anos, então acho que ele tem se destacado nesse ponto", seguiu.
 
"Agora, é questão de pegar de vez os macetes do carro nos próximos anos. Se ele continuar crescendo do jeito que está, vai virar um grande competidor na categoria", apostou.
 
Com Stroll e Massa, a Williams precisa apertar consideravelmente o passo na segunda metade da temporada se não quiser fechar o ano apenas como sexta força.
 
SE A RENAULT NÃO COLOCAR KUBICA DE VOLTA NA F1, ALGUÉM VAI COLOCAR

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