Por coronavírus, Ferrari fecha museu e restringe movimentação de funcionários

Com a Itália registrando o terceiro maior números de infecções pelo coronavírus, ou Covid-19, a Ferrari fica em estado de alerta. Visitas ao museu e à fábrica de Maranello foram suspensas, isso enquanto surge a possibilidade de membros da equipe de F1 trabalharem direto de Maranello em fins de semana de GP

A Itália é o país europeu que mais sofre com a epidemia do coronavírus, agora com nome científico de Covid-19, e as consequências começam a afetar o cotidiano da Ferrari. De acordo com informações divulgadas pelo jornal italiano ‘La Gazzetta dello Sport’, visitas turísticas ao museu e à fábrica de Maranello foram interrompidas por tempo indeterminado, isso enquanto a possibilidade de restringir a movimentação de funcionários da equipe de Fórmula 1 ganha força.
 
O grande objetivo da Ferrari é restringir o movimento de pessoas em Maranello. Todas visitas externas estão suspensas, exceto para reuniões de negócios que sejam “estritamente necessárias”.
 
A Ferrari ainda não tomou medidas a respeito de funcionários da equipe de F1, mas já tem cartas na manga. De acordo com o ‘La Gazzetta dello Sport’, a escuderia já avalia quais grupos de engenheiros podem trabalhar de forma remota, sem viajar aos países do calendário da categoria. Isso é particularmente importante ao lembrar que a primeira fase da temporada passa principalmente pelo continente asiático, o mais afetado pelo Covid-19.
O coronavírus, ou Covid-19, já afeta o cotidiano da Ferrari (Foto: Ferrari)

A Itália registra oficialmente 231 infecções e sete mortes por conta do Covid-19. Em termos de infectados, o país europeu fica atrás apenas de China e Coreia do Sul. A região da Emilia-Romagna, onde se localiza a sede de Maranello, não é uma das mais afetadas, mas já contabiliza nove casos do vírus.

 
Para a F1, esse não é o primeiro impacto sentido por conta da epidemia. A categoria já precisou adiar o GP da China, que ainda nem tem nova data para ser realizado. Outras provas do calendário dependem de como a doença vai progredir ao longo do ano. Apenas sete dos 22 países que o certame planeja visitar em 2020 ainda não tiveram casos do Covid-19, com o Brasil sendo um deles.
 
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