Presidente da F1 vê corrida em Miami como “oportunidade de mercado”, mas garante: “Não vamos esquecer a Europa”

Chase Carey, presidente e diretor-executivo da F1, admitiu que os EUA e a Ásia são os mercados em que a categoria quer crescer, mas garantiu que a Europa não vai ser deixada para trás

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A F1 está disposta a conquistar novos mercados e isso não é segredo para ninguém desde que o Liberty Media começou a tomar conta da categoria. Agora, com um acordo com a cidade de Miami próximo e a vontade de correr no Vietnã, Chase Carey reiterou que os EUA e a Ásia são os principais focos para crescimento do Mundial, mas garantiu que isso não quer dizer que a Europa seja deixada de lado.
 
Carey lembrou que o grupo nunca escondeu o desejo de crescer dentro dos EUA. Assim, por mais que já exista a corrida em Austin e que esteja consolidada, existe a vontade da categoria de correr em uma cidade mais movimentada. 
 
"Nós fomos bem claros desde o nosso primeiro dia que o objetivo maior que tínhamos era fazer o esporte crescer dentro dos EUA e na Ásia. Estamos bem satisfeitos com a corrida que temos no Texas, mas queremos uma outra que tenha o pacote completo, da cidade atrativa junto. Por isso que tentamos Nova York, Las Vegas e Miami", disse.
Chase Carey deixou claro que EUA e Ásia são mercados importantes, mas que não esquece a Europa (Foto: Reuters)

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O chefão da F1 deixou claro que isso não quer dizer que a Europa terá menos corridas ou que será esquecida pela categoria. Carey entende que a história da F1 está totalmente ligada ao continente europeu e isso precisa ser respeitado.
 
"Mas, para deixar bem claro, não estamos virando as costas para a Europa. A F1 começou lá, a casa dela é lá e nós sempre vamos procurar preservar isso. A questão é que a F1 já é muito forte na Europa e acreditamos que podemos torná-la mais popular na China e nos EUA, as duas maiores economias do mundo", seguiu.
 
O dirigente explicou que, assim como foi em Xangai, a prova em Austin terá ações especiais para cativar o público. 
 
"Fizemos algumas ações na China e planejamos a mesma coisa nos EUA. Só que queremos mais e, para isso, vemos Miami como a cidade perfeita para receber uma corrida. Estamos firmes nesse projeto e vendo um acordo que seja bom para os dois lados", completou.

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