Prévia: em casa, Rosberg gasta últimas fichas para evitar arrancada de Hamilton

Depois da ausência do calendário no ano passado, o GP da Alemanha retorna ao Mundial de F1 neste fim de semana e é visto como a grande chance de Nico Rosberg evitar a disparada de Lewis Hamilton rumo ao tetracampeonato. O germânico ganhou em Hockenheim há dois anos e tem na prova deste domingo a oportunidade de gastar suas últimas fichas na luta pelo título

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A F1 festeja a volta do GP da Alemanha ao calendário do Mundial. A prova, quarta mais longeva da história da categoria, retorna neste fim de semana e terá palco o tradicional circuito de Hockenheim. Foi lá que, há dois anos, a corrida foi realizada pela última vez e teve a vitória de Nico Rosberg. E o piloto da Mercedes precisa mais do que nunca de um novo triunfo diante do seu público para frear a arrancada de Lewis Hamilton rumo ao tetra. Nico tenta jogar suas últimas fichas na esperança de ao menos terminar a primeira parte do campeonato à frente do rival. Um revés em casa seria praticamente fatal para suas chances, cada vez mais diminutas, de chegar ao título em 2016.
 
Rosberg foi trucidado por Hamilton nas últimas corridas. Claro, o psicológico foi bastante abalado, queira Nico admitir ou não. Afinal, depois de chegar aos 43 pontos de vantagem perante o rival e ver toda essa diferença se esfarelar nas últimas corridas, com Lewis vencendo cinco das seis últimas provas, Rosberg precisa mostrar que tem poder de reação. Se não o fizer diante dos seus fãs, não haverá a menor chance na segunda parte do campeonato.
 
“Estou muito feliz por ter a chance de voltar ao carro tão breve, e especialmente feliz por fazer minha segunda corrida em casa. Guiar em circuitos como este me traz ótimas lembranças, desde criança, nos dias de DTM com meu pai até vencer o GP em 2014. Espero que eu possa repetir isso neste ano por todos os fãs e também por todos na Mercedes”, declarou o piloto alemão em prévia divulgada pela equipe bicampeã.

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Nico Rosberg entra no 'tudo ou nada' para evitar arrancada de Hamilton (Foto: Getty Images)
Nico chega a Hockenheim como o último vencedor. Além disso, conhece a pista com a palma da mão, mas nem esse retrospecto o coloca como o grande favorito à vitória. Não. Em melhor momento no campeonato e demolidor desde o GP de Mônaco, Hamilton vai à Alemanha como o homem a ser batido. Apesar de Rosberg costumar andar próximo a Lewis e até a batê-lo algumas vezes — como no treino classificatório na Hungria —, qualquer outro resultado que não seja sua vitória no domingo será considerado zebra.
 
Hamilton parte como favorito, mas claro que Rosberg vai querer vencer em casa para virar o jogo e fechar na frente essa primeira parte da temporada. Mas a Mercedes vai tentar evitar a todo custo um eventual confronto entre seus pilotos em Hockenheim. Uma repetição do acidente ocorrido na Espanha ou mesmo o choque entre Lewis e Nico na Áustria seria desastroso para a imagem da marca, e é tudo isso o que Toto Wolff quer evitar.
 
Hockenheim, depois da reforma e da mutilação do traçado que cortava a Floresta Negra a partir de 2002, tornou-se uma pista de média-alta velocidade. Em 2014, Rosberg cravou a pole ao anotar 1min16s540, média de 215 km/h.
 
Que a Mercedes é franca favorita à vitória, com direito à dobradinha, é evidente. Mas as características de Hockenheim, em teoria, favorecem muito mais à Ferrari do que à Red Bull na briga pela segunda força do fim de semana. Resta saber se os carros de Maranello vão apresentar novos problemas de câmbio, o que vem sendo a tônica da temporada da equipe, que chega à Alemanha diante de um grande baque: a saída de James Allison põe em xeque todo o planejamento da Ferrari para a metade final da temporada e, de quebra, também compromete o cronograma visando a próxima temporada, quando a F1 vai adotar um novo regulamento técnico.
 
Mas a saída de Allison não deve ter efeito imediato no desempenho de Sebastian Vettel e Kimi Räikkönen. A expectativa é que os carros de Maranello estejam um pouco à frente dos taurinos. Mas também é preciso lembrar que a Red Bull foi melhor que a Ferrari no fim de semana do GP da Inglaterra, numa Silverstone que conta com características semelhantes a Hockenheim, embora haja a expectativa de um clima mais frio para a Alemanha no fim de semana. Na Hungria, apesar de os carros da Red Bull terem largado à frente, a Ferrari engrossou a disputa, ainda que tenha visto Daniel Ricciardo fechar o pódio.
A luta entre Ferrari e Red Bull promete esquentar o GP da Alemanha (Foto: Getty Images)
Assim como a luta entre Hamilton e Rosberg será a grande atração da 12ª etapa da temporada, a briga entre Ferrari e Red Bull tende a ganhar seus holofotes em Hockenheim. Com apenas um ponto separando as duas equipes, fica a pergunta sobre quem vai fechar esta primeira parte do campeonato na frente. Seria um resultado incrível para os taurinos terminar à frente da Ferrari, que começou o ano sonhando até mesmo em superar a Mercedes, mas pode entrar em férias em terceiro lugar.
 
Outra boa disputa ficará por conta da briga entre Williams e Force India. O time de Felipe Massa e Valtteri Bottas parece que se perdeu no meio do caminho com o FW38 e há tempos não consegue encontrar um bom desempenho. O time fracassou até mesmo em pistas de alta velocidade, como Spielberg e Silverstone, enquanto na Hungria Massa teve uma jornada horrorosa, reconhecida por ele próprio
 
A Williams, para se ter uma ideia, somou apenas 13 pontos nas últimas quatro corridas. Até a McLaren, com um projeto ainda em desenvolvimento, chegou a 14, enquanto a Force India alcançou 32 no mesmo período. Nem dá para colocar a Red Bull no mesmo patamar: foram 93 pontos desde Baku.
 
A má fase da Williams é tão ruim que nem mesmo o bom desempenho no último GP da Alemanha serve como referência. Em 2014, Valtteri Bottas largou em segundo e Massa veio logo atrás. Embora o brasileiro tenha se envolvido em um toque com Kevin Magnussen, então na McLaren, e capotado na primeira curva, o finlandês manteve a boa fase e colocou o time britânico no pódio, em segundo lugar. Mas não dá para esperar a mesma coisa em 2016. Tanto que a expectativa de Massa é tão somente voltar aos pontos, já que o veterano não frequenta o top-10 desde Baku.
 

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Massa, aliás, somou míseros seis pontos desde o GP da Espanha. Muito pouco para quem almeja seguir numa equipe competitiva em 2017.

 
É digno de nota também o desempenho ascendente da McLaren. Prova de que o projeto com a Honda começa a dar frutos é o fato de Carlos Sainz Jr., da Toro Rosso, observar o avanço da equipe de Woking e colocá-la como desafiante na luta pelo sexto lugar do Mundial de Construtores. No momento, a McLaren vem se consolidando em sétimo, e é só ver todos os resultados logrados por Fernando Alonso em Budapeste: sétimo nos três treinos livres, classificação e também na corrida. Dá para esperar outro bom desempenho não só de Fernando, mas também de seu companheiro de equipe, Jenson Button, agora no GP da Alemanha.
 
Na parte de trás do grid, é possível esperar um bom trabalho da Haas, que teve um desempenho abaixo do normal em Hungaroring. Mas a força do motor Ferrari pode empurrar Romain Grosjean, que pode até sonhar com mais alguns pontos na temporada. Mas não dá para esperar nada de Esteban Gutiérrez, sofrível neste seu retorno à F1. Quanto à Renault, a equipe até mostrou certa evolução nos treinos livres da Hungria, mas ainda tem muito o que remar nesta temporada, de modo que chegar aos pontos parece ser algo distante demais.
Desde o GP da Espanha, Massa somou parcos seis pontos na temporada (Foto: Getty Images)

Na luta para escapar da lanterna, a Manor conta com o trunfo do motor Mercedes, que não quer fazer feio em casa e conta com um Pascal Wehrlein pra lá de motivado para seu primeiro GP da Alemanha contra Felipe Nasr e Marcus Ericsson, de uma Sauber que ainda patina e tenta evoluir a asa traseira que foi levada à pista pela primeira vez na Hungria. Rio Haryanto deve correr normalmente com a Manor, mas é dúvida para a segunda metade do campeonato.

 
 
Pirelli vai para Hockenheim ‘no escuro’
 
Fornecedora oficial da F1, a Pirelli adotou a chamada escolha-padrão para o fim de semana do GP da Alemanha e vai levar a Hockenheim os pneus médios, macios e supermacios. Mas o fato de não ter corrido no circuito em 2015 deixa a fábrica italiana sem muitas referências novas do traçado, de modo que é até difícil, de antemão, prever qual será a estratégia melhor sucedida para domingo.
 
“Hockenheim será um circuito um pouco desconhecido para nós porque não rodamos lá nos dois últimos anos e, inclusive antes, era uma corrida que alternava com Nürburgring, de modo que todo mundo tem uma falta de informação histórica na comparação com os outros eventos. Obviamente, os carros são mais rápidos que em 2014, e por isso introduzimos pneus mais duros que da última vez”, analisou Paul Hembery, diretor-esportivo da Pirelli.
Hockenheim recebe o 62º GP da Alemanha da história da F1 neste fim de semana (Foto: Divulgação)
“Da corrida de 2014 cabe destacar o clima instável, levando em conta que na corrida a temperatura do asfalto era 20ºC mais fria do que na classificação. Com o GP da Alemanha mais uma vez no calendário, obviamente haverá potencial para uma pequena variação”, complementou o engenheiro britânico.
 
Os pneus supermacios foram a escolha predominante dos pilotos para o fim de semana. Hamilton e Rosberg adotaram a mesma combinação: um jogo de compostos médios, quatro de macios e oito e supermacios. Vettel e Räikkönen vão para Hockenheim podendo usar nove jogos de supermacios, três de macios e um de médios. A Williams tem a mesma combinação entre a sua dupla, que adotou uma escolha um pouco menos ousada: Massa e Bottas vão contar com um jogo de médios, cinco de macios e sete de supermacios.
 
Chama a atenção a escolha da Force India, que vai com uma estratégia diferente para o fim de semana: Sergio Pérez e Nico Hülkenberg vão ter no fim de semana três jogos de médios, quatro de macios e seis de supermacios cada um.
 
 
F1 pode ter outro fim de semana debaixo de chuva
 
O fim de semana do GP da Alemanha pode novamente ser marcado pela chuva. Assim como aconteceu em Silverstone e também em Budapeste, novamente algumas atividades de pista podem acontecer debaixo de pista molhada. A previsão do tempo indica um clima bem semelhante ao de Hungaroring. Para Hockenheim, a sexta-feira começa com chance de chuva de 60%, sendo 40% de possibilidade de tempestade. A temperatura ambiente deve alcançar os 27ºC, informa o site especializado ‘Accuweather’.
 
Para sábado, a expectativa é novamente de calor, mas de céu parcialmente nublado e baixa chance de chuva: 25%, sendo apenas 8% de possibilidade de tempestade. Para domingo, a chuva pode voltar a dar as caras em períodos que se alternam com sol e chance de tempestade: novamente há a previsão de 60% de chuva para o dia do GP da Alemanha, sendo 40% de temporal.
 
Prognóstico do GRANDE PRÊMIO
1 44 LEWIS HAMILTON ING MERCEDES
2 6 NICO ROSBERG ALE MERCEDES
3 5 SEBASTIAN VETTEL ALE FERRARI
4 33 MAX VERSTAPPEN HOL RED BULL TAG HEUER
5 3 DANIEL RICCIARDO AUS RED BULL TAG HEUER

PADDOCK GP #39 DEBATE F1 E MOTOGP COM CONVIDADO ALEX BARROS

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