Prévia: no clima temperamental da Malásia, F1 pergunta: qual Rosberg verá?

São três vitórias seguidas e uma liderança restituída. Nico Rosberg enfim, depois de três anos de luta contra um mais talentoso Lewis Hamilton, mostrou que pode se recuperar de seguidas marretadas para brigar pelo título. Na Malásia, Nico abre o penúltimo mês da temporada com uma possível chuva e um calor infernal como rivais adicionais na tentativa de manter sequência

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Três vitórias depois e de volta à liderança do Campeonato Mundial de F1, o mundo é de Nico Rosberg. É justo dizer que o alemão distribuiu bofetadas em meio mundo que o havia praticamente descartado da briga pelo título após o notório período de superioridade de Lewis Hamilton nas sete corridas antes da parada de verão. Os descrentes tinham a seu lado o argumento de que Nico jamais havia vindo de trás para bater Hamilton. Isso, claro, facilitado por ter visto sua vantagem de 43 apagada em tão pouco tempo. Mas o 'Bom Rosberg' voltou a assumir o volante das mãos do 'Mau Rosberg'.

O Rosberg de hoje não é a figura apática que deu as caras por praticamente toda a primeira parte da temporada europeia. É um piloto combativo e brioso, que tem, sim, enormes chances de ser campeão. Os oito pontos de segurança representam uma vantagem até que pequena, mas trazem consigo o peso de uma sobrevida depois de ser arremessado para fora do trono da liderança com nenhuma parcimônia e de forma quase humilhante. 
 

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Na Malásia, a bem da verdade, tanto Rosberg quanto Hamilton estão pisando em solo estranho. Não porque não conhecem, mas porque nunca andaram tão bem assim. Em dois anos de domínio total da Mercedes, até conseguiram levar, em 2014. Foi a única vitória de Lewis por lá. Nico, pasmem, sequer conseguiu se classificar no top-2 no biênio que se passou. E um ano atrás foi Sebastian Vettel quem ficou com sua primeira vitória pela Ferrari – o que o dá esperanças para este ano também, óbvio. Diga-se, Vettel é o maior vencedor da história do GP da Malásia: são quatro triunfos. Michael Schumacher e Fernando Alonso venceram três vezes.

Lewis Hamilton cumprimentou o vencedor Nico Rosberg no final da corrida em Cingapura (Foto: Mercedes)
O GP malaio chega também para abrir o penúltimo mês da temporada 2016. E que, se o julho foi insano, será um 'Outubro Louco': serão quatro provas em cinco finais de semanas. De Malásia de Japão, provas no sudeste asiático, para Estados Unidos e México, na América do Norte, o mês dificilmente – para não dizer que é impossível – decidirá o campeonato, mas dará uma excelente ideia de quem é quem chegando para as duas corridas que encerrar a F1 em novembro, no Brasil e em Abu Dhabi.
 
Em outros tempos, até dois meses atrás, será fácil especificar quem é quem na corrida de dois cavalos rumo a mais um caneco da F1. Hamilton, o piloto que aparece na hora da decisão, mais talentoso e com cacife de campeão – tricampeão, para ser mais justo -; Rosberg, o sólido homem dos acertos do carro que vai fazer os pontos em dias que o errático Lewis não brilhar, mas sem jamais ter os brios de um campeão. 
 
Por sorte, o verão europeu terminou mudando a ordem. Porque, sejamos sinceros, quando nesta temporada Hamilton não vai bem, é péssimo. E Rosberg, quando acorda, é ótimo. Mas é difícil saber quando vão aparecer as melhores versões de cada – e quando as piores. É exatamente por isso que os dois travam a disputa mais dura do título da F1 desde 2008.
Vettel é um especialista numa pista em que a Ferrari tem tudo para ser forte de novo. Inclusive mais forte que a Red Bull, mas o duelo será forte. Certamente que a Mercedes tem a vantagem na classificação, mas a corrida tem tudo para ver uma tentativa na largada: as primeiras duas curvas de Speang são para direita, depois esquerda e fechadas, sempre resultando em mudanças de posição. É muito difícil imaginar a Mercedes indo embora com a liderança cedo demais.
Além das Mercedes, é claro que Vettel e Kimi Räikkönen também vão precisar olhar para quem anda a seu lado. Daniel Ricciardo especialmente, que superou o papo sem sentido de que havia sucumbido a Max Verstappen e subiu ao pódio em quatro das cinco últimas etapas. Max subiu em apenas uma dessas cinco, mas obviamente não deixa de ser uma ameaça.
 
A Williams dificilmente andará à frente da Force India por lá, mas precisa ter isso como meta. Sem deixar de se preocupar com a McLaren, que planeja atualizar o motor Honda e chegar com um pouco mais de 'swag'. A Toro Rosso também deverá ser forte e embolar o pelotão intermediário ainda com uma Haas que só deseja esquecer de sua pior corrida na temporada, duas semanas atrás, em Cingapura.
 

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Especialmente porque o calor será, como diriam na gíria carioca, senegalesco. De acordo com o serviço internacional de meteorologia 'Accuweather.com', a largada da prova, às 15h (locais) do domingo terá sensação térmica de 42°C. Não há como diminuir o que isso significa. Além do quê, há mais que 50% de chances de a corrida começar com pista molhada. Na umidade relativa do ar de quase 70% que Sepang apresenta, as trombas d'água podem surgir a qualquer momento. Como sempre na Malásia, a chuva é um fator real e de efeito – mesmo que não apareça.

Há ainda uma diferença de Sepang para outros circuitos: a menor propulsão de pole-positions à vitória. Apenas 50% dos poles venceram o GP da Malásia nas dez últimas edições, um número inferior à média do campeonato. É importante numa prova que verá o treino de classificação acontecer no cair da noite, onde a incidência de chuva – olha ela aí de novo – é grande. A temperatura que beira os 30°C – com sensação de 36°C – tem acompanhada uma chance de chuva de 35%. Não se espera água como no meio da prova, mas não é exatamente impossível.
A chuva, ela sempre aparece (Foto: Force India)
Uma grande distinção da prova desse ano em relação às últimas é devido ao recapeamento da pista. A Pirelli, com o novo formato de três tipos diferentes de pneus, leva compostos macios como opções aos médios e duros. Usar os macios com mais vontade deve provavelmente funcionar como um jogo de quatro paradas. Mas muito dificilmente alguém para menos que três vezes. Assim como Vettel em 2015, a estratégia tem muito a ver com quem vai vencer a corrida – ainda que seja uma das Flechas Prateadas.
 
A corrida é a mais longa do ano em questão de distância pura: 310,4 km. E é a primeira vez desde a primeira edição do GP, em 1999 – então vencido por Michael Schumacher -, que a corrida é disputada em outubro. Isso depois de súplicas dos organizadores a Bernie Ecclestone por não aguentarem mais mandarem sua etapa em abril.

Prognóstico do GRANDE PRÊMIO

1 44 LEWIS HAMILTON ING MERCEDES
2 5 SEBASTIAN VETTEL ALE FERRARI
3 6 NICO ROSBERG ING MERCEDES
4 3 DANIELRICCIARDO AUS RED BULL TAG HEUER
5 27 NICO HÜLKENBERG ALE FORCE INDIA MERCEDES

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