Prévia: rumo ao tetra, Hamilton parte em busca da 50ª vitória na F1 em Monza

Dono de três vitórias em Monza, Lewis Hamilton chega à ‘terra santa’ da F1 com totais condições de ampliar sua vantagem para Nico Rosberg e arrancar de vez para o tetra. Ao alemão, restam poucas chances, já que a sorte de campeão não abandonou o britânico na Bélgica e o levou a minimizar os prejuízos pelas trocas de motor

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Descanso? Que nada! Horas depois do alucinante GP da Bélgica, a F1 já rumou para a Itália para a disputa da 14ª etapa da temporada 2016, neste fim de semana em Monza, um dos ‘templos sagrados’ da F1. O lendário circuito italiano, que recebe o GP da Itália pela 66ª vez na história — em 1980, Ímola sediou a prova —, tem tudo para ser palco de uma vitória icônica de Lewis Hamilton. O britânico, dono de três vitórias na ‘terra da bota’, parte como franco favorito ao topo do pódio e tem tudo para coroar um épico 50º triunfo na F1 e, de quebra, pavimentar de vez seu caminho rumo ao tetracampeonato.
 
A prova marca o fim de um ciclo importante na temporada porque representa o desfecho da fase europeia no calendário do Mundial. Depois do GP da Itália, a F1 viaja à Ásia para três corridas — Cingapura, Japão e Malásia —, depois vai à América para os GPs dos Estados Unidos, México e Brasil e depois volta à Ásia, mais precisamente ao Oriente Médio, para fechar a temporada 2016 na faraônica Abu Dhabi.
 
O resultado incrível obtido em Spa-Francorchamps no último domingo, logrado à base de competência, ótimo desempenho, mas também da sempre providencial sorte de campeão ao largar em 21º e terminar em terceiro, serve ao britânico como fator extra de motivação na batalha contra um Nico Rosberg que, ao tomar conhecimento que Hamilton havia fechado a prova no top-3, reagiu de forma incrédula. Foi, talvez, o golpe de misericórdia de Lewis em seu maior rival.
 
A grande chance de Rosberg em garantir uma sobrevida na luta pelo seu primeiro título caiu por terra justamente graças à sorte de campeão de Hamilton na Bélgica. Lewis não se considerava líder de fato do campeonato por ainda não ter cumprido a punição com a inevitável troca de peças da sua unidade motriz. Agora, o britânico tem motores de sobra, de modo que dificilmente Nico terá outra oportunidade para bater o rival neste momento crucial da temporada, em que pese o dilema ético na Mercedes sobre atualizar ou não os motores — e, neste caso, apenas Rosberg poderia usar as unidades motrizes atualizadas. Hamilton, caso também queira, vai ter de pagar outra punição.

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Nova vitória pode representar golpe de misericórdia de Hamilton contra um combalido Rosberg (Foto: Getty Images)
A Mercedes abre o fim de semana na Itália como franca favorita, sendo que qualquer resultado que não seja dobradinha no treino classificatório e na corrida poderá ser encarado como grande surpresa. E Hamilton parte como grande candidato à vitória pela sua grande forma e também pelo retrospecto em Monza. Ao lado de Sebastian Vettel, Lewis tem três conquistas na Itália (2012, 2014 e 2015), sendo um circuito com a sua cara.
 
Lewis já se colocou entre os grandes da F1. Os números não mentem. Mas a proximidade com a 50ª vitória o coloca num patamar diferente. Ao chegar à marca, Hamilton ficará a apenas uma de igualar o ‘Professor’ Alain Prost. O recorde, contudo, é quase insuperável, uma vez que o mítico Michael Schumacher tem 91 vitórias na sua brilhante carreira.
 
Rosberg, em contrapartida, reúne um histórico nada animador em Monza. Seu melhor resultado foi em 2014, quando foi o coadjuvante de Hamilton na campanha perfeita naquele fim de semana, largando e terminando em segundo. No ano passado, uma quebra no motor o impediu de chegar ao fim da corrida.
 
Se o favoritismo da Mercedes é claro, a Ferrari parte com chances maiores em relação à Red Bull para ser a segunda força do grid em Monza. Para a equipe de Maranello, é questão de honra terminar à frente dos taurinos justamente por correr em casa. Assim, a equipe de Vettel e Kimi Räikkönen deve contar com um motor mais forte, o que seria um grande trunfo num circuito de velocidade pura como é Monza. A Red Bull superou a Ferrari no treino classificatório em Spa-Francorchamps com Max Verstappen, mas embora o traçado belga também seja de alta, o equilíbrio maior do RB12 falou mais alto. Contudo, em Monza a Ferrari começa o fim de semana com uma ligeira vantagem.
Em teoria, Ferrari deve andar um pouco à frente da Red Bull em Monza (Foto: Beto Issa)
A tendência é que a Ferrari garanta seu lugar na segunda fila do grid, com a Red Bull brigando com a Force India logo atrás. A escuderia de Silverstone costuma andar muito bem em circuitos mais rápidos, como aconteceu semana passada em Spa-Francorchamps, devendo repetir a mesma boa forma em Monza. Na batalha contra a Williams pelo quarto lugar do Mundial de Construtores, Sergio Pérez e Nico Hülkenberg partem com grandes chances de somar bons pontos e, com uma boa dose de sorte, até mesmo de um improvável pódio.
 

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A Williams, por sua vez, é uma grande incógnita. Nos últimos dois anos, a equipe britânica foi ao pódio em Monza, sempre com Felipe Massa. Mas as coisas não vão bem neste ano. Na Bélgica, o time foi surrado pela Force India, o que deve acontecer novamente na Itália. Nem mesmo o excelente motor Mercedes deve ajudar muito o time, que já tem seus trabalhos voltados para 2017, e só isso explica a queda brusca de performance nas últimas corridas.

 
Fica a curiosidade para ver qual será o desempenho da McLaren em Monza. O desempenho do MP4-31 em Spa-Francorchamps foi além das expectativas, como bem disse Fernando Alonso, surpreso por ter terminado em sétimo depois de ter largado em último lugar. A performance do motor Honda melhorou consideravelmente, e o speed trap do último domingo mostra que as velocidades finais foram bem mais animadoras. Tal fator é fundamental em um circuito como Monza.
 
Na luta contra a Toro Rosso pelo sexto lugar do Mundial de Construtores, novamente a McLaren deve levar lá sua vantagem, já que o motor acaba sendo o grande ponto fraco do time de Faenza em um circuito que exige tanta potência. Embora tenha um chassi bastante equilibrado, não seria surpresa ver os carros de Daniil Kvyat e Carlos Sainz sendo superados pelas Haas de Romain Grosjean e Esteban Gutiérrez — que contam com o motor Ferrari deste ano, contra a versão de 2015 da Toro Rosso — e talvez até pela Manor, que foi bem em Spa.
A fase atual da Williams indica que o terceiro pódio consecutivo de Massa em Monza é improvável (Foto: AP)
Já a Sauber ainda precisa amadurecer o desempenho do seu carro com as atualizações. A performance no último GP da Bélgica foi sofrível, embora Marcus Ericsson e Felipe Nasr tenham notado uma sensível melhora do C35 em relação às últimas provas do campeonato. Mas mesmo contando com o forte motor Ferrari, nada faz supor que a Sauber deixe as últimas posições neste fim de semana na Itália.
 
Segundo a meteorologia, o clima em Monza deve ser muito semelhante ao vivido pela F1 em Spa-Francorchamps. Ou seja: forte calor, com os termômetros passando dos 30ºC, e sem possibilidade de chuva, o que torna o favoritismo da Mercedes ainda maior no fim de semana.
 
 
Os pneus em Monza
 

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Assim como aconteceu em Spa-Francorchamps, a Pirelli vai levar os pneus supermacios pela primeira vez para o circuito de Monza. Além dos compostos ‘vermelhos’, a fábrica de Milão vai levar também os médios e supermacios para a corrida que acontece a poucos quilômetros da sua sede mundial, na Lombardia. A estratégia pode ser mais uma vez a chave neste fim de semana, com a boa possibilidade de os pilotos adotarem apenas uma parada, uma vez que a corrida é a mais rápida de todo o calendário e também porque não há muita perda de tempo no pit-lane. No ano passado, Hamilton largou com os pneus macios e fez a troca pelos médios na volta 26, abrindo a metade final da prova na Itália.
 
No entanto, a adoção dos pneus supermacios pode tornar a estratégia um pouco menos previsível no fim de semana. Mas o calor pode ser um fator que pode inibir os pilotos a fazer um maior uso dos pneus vermelhos em relação ao desgaste previsto. Em Spa-Francorchamps, por exemplo, os supermacios foram bem menos usados em relação aos macios, por exemplo.
Olho na Force India: em ascensão, equipe de Pérez e Hülkenberg pode fazer bom papel em Monza (Foto: Force India)
Os pilotos de Mercedes, Ferrari e Williams, por exemplo, vão levar para Monza sete jogos de pneus supermacios, com variações na quantidade dos pneus médios e macios. A Red Bull adotou uma escolha um tanto diferente. Daniel Ricciardo e Max Verstappen escolheram dois jogos de médios, cinco de macios e seis de supermacios. 
 
A combinação adotada por Nico Hülkenberg para o fim de semana na Itália chama a atenção: três jogos de médios, dois de macios e nada menos que oito de supermacios. Fica claro que o alemão deve adotar uma estratégia bem diferente. Se vai dar certo ou não, só o domingo é que vai responder.
 
Paul Hembery, diretor-esportivo da Pirelli, disse que espera uma gama maior de estratégias no fim de semana justamente em razão da adoção dos pneus supermacios. 
 
“Será um fim de semana de muito trabalho para todos nós. Com o pneu supermacio vindo para Monza pela primeira vez, podemos ver novos recordes de velocidade máxima, especialmente no treino classificatório. No ano passado, a maior parte dos competidores optou por uma estratégia de um pit-stop, mas a chegada do supermacio pode fazer com que as opções fiquem mais atraentes desta vez”, disse o engenheiro.
 
Prognóstico do GRANDE PRÊMIO
1 44 LEWIS HAMILTON ING MERCEDES
2 6 NICO ROSBERG ALE MERCEDES
3 7 KIMI RÄIKKÖNEN FIN FERRARI
4 11 SERGIO PÉREZ MEX FORCE INDIA MERCEDES
5 3 DANIEL RICCIARDO AUS RED BULL TAG HEUER
 
PADDOCK GP #44 DEBATE VITÓRIAS DE ROSBERG EM SPA E DE RAHAL NO TEXAS

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