Projetista da Red Bull critica implantação dos motores híbridos na F1 e define como “jogo de marketing”

Adrian Newey, projetista da Red Bull responsável pelos títulos de Construtores e Pilotos entre 2010 a 2013, não acredita que as construtoras da F1 que apoiaram a implantação de tecnologia híbrida irão ter vantagens para utilizar em carros de passeio. Segundo Newey, se trata apenas de um discurso publicitário de uma F1 inteiramente alheia à indústria automotiva

 

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “2258117790”;
google_ad_width = 300;
google_ad_height = 600;

Adrian Newey não fala sempre, mas quando resolveu falar não se priva de dar opiniões sinceras. E 2017 começou com o projetista da Red Bull dizendo que a mudança da F1 para motores híbridos é na verdade um grande discurso de marketing. 

 

window._ttf = window._ttf || [];
_ttf.push({
pid : 53280
,lang : “pt”
,slot : ‘.mhv-noticia .mhv-texto > div’
,format : “inread”
,minSlot : 1
,components : { mute: {delay :3}, skip: {delay :3} }
});

(function (d) {
var js, s = d.getElementsByTagName(‘script’)[0];
js = d.createElement(‘script’);
js.async = true;
js.src = ‘//cdn.teads.tv/media/format.js’;
s.parentNode.insertBefore(js, s);
})(window.document);
Considerado um dos maiores projetistas da história da F1, Newey dominava a F1 com os carros da Red Bull, tetracampeã mundial de Construtores entre 2010 e 2013, quando os motores híbridos entraram em jogo em 2014. Newey não acredita que a tecnologia utilizada na F1 vá migrar para os carros de rua – ao menos não dessa forma.

 
"Na parte do motor, minha opinião pessoal é muito controversa. Tem toda essa discussão do que algumas construtoras gostariam de fazer, coisas que melhorem o produto dos carros de passeio [como motores híbridos]. Se der certo, então as fábricas vão estar tranquilamente à frente dos rivais do setor automotivo em no máximo cinco anos. De toda forma, suspeito que não será esse o caso. Assim, tendo a dizer que é um jogo de marketing", disse.
 
Com a nova vida dada às discussões de uma criação de teto orçamentário, Newey deu sua opinião. Não acredita que esse seja o caminho, mas é favor de uma restrição de certas áreas da produção dos carros. Coisas que diminuam o número de cabeças e premiem criatividade. 
Adrian Newey (Foto: Mark Thompson/Getty Images)
"A F1 é uma demonstração técnica para as fabricantes de carro, sua habilidade de fazer motores, ou um espetáculo que envolve homem e máquina. Dependendo de quem você é, é de uma forma ou de outra. Minha opinião é que deve ser uma batalha de pilotos somada à criatividade dos engenheiros. Significa que não deve ser puramente uma batalha de recursos, o que agora pendeu para se tornar no lado dos engenheiros", seguiu.
 
"Seria inteiramente possível surgir com uma série de regras que recompensariam criatividade mais que simplesmente o número de cabeças. Um teto orçamentário é difícil implementar, mas daria para fazer uma restrição de recursos, certamente na área dos chassis, que a maior parte é aerodinâmica", falou.
 
"Dá para restringir os recursos muito mais que nós fazemos, talvez acabar com os túneis de vento, ser mais restrito com as CFDs, e se você restringir esses recursos não faria sentido ter tantos engenheiros", encerrou.
fechar

function crt(t){for(var e=document.getElementById(“crt_ftr”).children,n=0;n80?c:void 0}function rs(t){t++,450>t&&setTimeout(function(){var e=crt(“cto_ifr”);if(e){var n=e.width?e.width:e;n=n.toString().indexOf(“px”)

var zoneid = (parent.window.top.innerWidth document.MAX_ct0 = '';
var m3_u = (location.protocol == 'https:' ? 'https://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?' : 'http://cas.criteo.com/delivery/ajs.php?');
var m3_r = Math.floor(Math.random() * 99999999999);
document.write("”);

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube