Projetista do W06 diz que Mercedes mostrou “muito pouco” do potencial de desempenho em testes de Jerez

Aldo Costa, projetista da Mercedes, disse que a equipe foi à Jerez para testar confiabilidade e resposta, mas mostrou quase nada do potencial de desempenho que tem o W06, um carro bem diferente por dentro que o modelo campeão em 2015

A Ferrari e a Sauber mostraram mais velocidade nos testes coletivos em Jerez de la Frontera do que as rivais. Mas isso está longe de significar que a Mercedes não tem o carro mais rápido, ou menos com potencial para tanto. O projetista da atual campeão do Mundial de Construtores, Aldo Costa, afirmou que a capacidade de desempenho do W06 ainda não foi testada.
 
Segundo Costa, o carro tem várias diferenças em relação ao modelo campeão em 2014, mas em partes que não podem ser vistas por fora. E avisou: Mercedes foi à Espanha ver confiabilidade, não desempenho.
Nico Rosberg (Foto: Xavi Bonilla/Grande Prêmio)
"O carro está em evolução, mas na realidade é bem diferente em várias partes que não podem ser vistas do lado de fora", disse ao jornal italiano 'La Gazzetta dello Sport'.
 
"A melhora comparada a 2014 estava alinhada com o que esperávamos. Não fomos para a Espanha para verificar desempenho, mas a confiabilidade e o comportamento do carro", seguiu.
 
Perguntado sobre o quanto do potencial do W06 foi visto em Jerez, a resposta foi animadora para os defensores do título: "muito pouco".
 
Por fim, o projetista confirmou que a equipe está utilizando uma nova unidade de força e ressaltou que as metas para 2015 são ainda maiores que as de 2014.
 
"Mas eu acho que é o mesmo para nós do que para outros times. Apenas na primeira prova, na Austrália, vamos entender a situação real. E talvez nem lá. Talvez precisemos esperar quatro ou cinco GPs", falou.
 
"Posso confirmar que estamos usando nossa undade de força para 2015, que é bem diferente da última. Traçamos metas significativamente maiores comparadas ao ano passado", encerrou.
 
UM OUTRO MASSA

Confiança renovada. Talvez seja este o principal ponto positivo da mudança de Felipe Massa para a Williams. A troca de equipe no início de 2014, nas palavras do próprio piloto, foi uma virada na carreira. Há um ano na Williams, é Felipe Massa quem faz a avaliação de que sua confiança está “muito acima” do que nos tempos de Ferrari. O que aconteceu entre 2010 e 2013 foi deixado no passado. “Estou muito bem. Consegui dar uma virada naquilo que estava acontecendo e que eu estava passando na Ferrari. Estou muito bem, feliz, 100% motivado e com uma confiança muito acima do que eu estava quando saí da Ferrari”, diz o piloto de 33 anos em entrevista exclusiva ao GRANDE PRÊMIO no motorhome da Williams em Jerez de la Frontera, durante o primeiro teste da pré-temporada.

Confira a entrevista exclusiva completa com Felipe Massa no GRANDE PRÊMIO

MISSÃO A CUMPRIR

"Vou ganhar outro campeonato antes de me aposentar". É o que diz Pat Symonds, diretor-técnico da Williams e um dos pilares do renascimento da equipe de Grove. O veterano falou em uma entrevista ao site oficial da F1 sobre como encontrou a Williams em 2013, o que pensa do futuro da equipe, da categoria e de si mesmo e analisou seus pilotos. 

Leia a reportagem completa no GRANDE PRÊMIO

 A ODISSEIA DE ANDRÉ SUGUITA
Trader do mercado financeiro, André Suguita, paulista de 34 anos, aproveitou uma pausa em suas atividades em bancos de investimento para montar em um quadriciclo Can-AM Renegade e encarar os 9.295 km do Dakar — 4.752 deles de trecho cronometrado. Recém-chegado da aventura por Argentina, Bolívia e Chile, Suguita conversou com o GRANDE PRÊMIO e deu um relato entusiasmado de sua aventura. Décimo colocado na edição 2015 e primeiro brasileiro a completar o Dakar a bordo de um quadriciclo, André sentiu na pele as dores, os medos e as alegrias da maior prova off-road do mundo. Em ‘A Odisseia de André Suguita’, o GP traz um impressionante relato em três capítulos do brasileiro que realizou um sonho de infância e, de quebra, trouxe na bagagem lições que levará para toda a vida.

Dakar.

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