Prost revela que Renault esteve “muito perto” de deixar F1, mas que decisão de ficar foi correta

Embaixador da Renault, Alain Prost revelou que a marca francesa esteve muito, muito perto de deixar a F1. Mas que o diretor-executivo, Carlos Ghosn, acabou convencido de que a melhor opção era a de continuar e com equipe própria

Alain Prost revelou que a Renault esteve "muito, muito perto" de deixar a F1 no mês passado, mas acabou revendo os planos para o futuro, depois que o diretor-executivo, Carlos Ghosn, foi convencido sobre as vantagens em assumir uma equipe própria no Mundial.
 
A montadora francesa vinha avaliando cuidadosamente o cenário da F1, mas, apesar da pressão para a compra da Lotus, as negociações se arrastaram até o fim da temporada. A incerteza sobre a permanência no campeonato teve início com o conflito com a parceira Red Bull, que não escondeu a desagrado com o pouco rendimento das unidades gaulesas, encerrando o vínculo com a marca. 
 
Além dos problemas com a equipe austríaca, a fabricante do losango também se mostrou preocupada com os rumos do esporte, os altos custos e se revelou insatisfeita com os termos comerciais da F1.
Alain Prost aprovou decisão da Renault de ficar na F1 (Foto: Reuters)
E Prost, que tem estreitas ligações com a Renault e que também esteve fortemente envolvido nas discussões o futuro da marca, afirmou que, na véspera do GP de Abu Dhabi, o derradeiro da temporada, disputado no mês passado, a situação não era das melhores.
 
"Em Abu Dhabi, alguns dias antes do fim de semana, era algo como: estamos fora", contou o tetracampeão da F1 em entrevista ao site norte-americano 'Motorsport.com'. "Foi Carlos Ghosn quem tomou a decisão. Ele tinha de fazer por si mesmo, mas, sim, a Renault esteve muito, muito perto de sair", completou.
 
"Eu falei com ele nas semanas anteriores. E ele já sabia o que fazer e teve de decidir sozinho", acrescentou Alain.
 
O francês ainda revelou que a gestão da montadora precisou trabalhar duro para montar um pacote viável para conseguir a aprovação de Ghosn. O ex-piloto acredita também que, apesar do tempo que levou para a Renault decidir seguir na F1, o resultado será positivo.
 
"Foi uma decisão difícil, com certeza", afirmou o gaulês. "Foi uma negociação longa devido a tudo que aconteceu, o relacionamento com a Red Bull e toda essa luta, então a decisão de deixar ser apenas um fornecedor foi correta para o futuro. É um grande compromisso, e eles tinham de definir isso com calma", explicou.
 
No entanto, Prost entende que o caminho será longo para que a Renault volte a ser plenamente competitiva. "Vai levar muito tempo para ser competitivo novamente", disse. "Ele [Ghosn] estava falando em três anos de prazo e eu acho que é o mínimo", acrescentou o francês, lembrando o período estabelecido pelo executivo para ver a marca de novo no topo da F1. 
 
"Mas o mais importante é montar uma boa estratégia e construir a história para o futuro. Não precisamos vencer já no próximo ano, é um projeto longo."
 
Prost está cotado para assumir uma posição de destaque na operação da Renault na F1, mas ainda não há nada concreto. Na ocasião do anúncio, Ghosn apenas disse a marca vai fazer um anúncio em janeiro sobre os planos de gestão; "Estou esperando janeiro. Vamos ver o que acontece, mas estou aberto. Estamos conversando e ainda precisamos de imagem mais clara de tudo", concluiu.

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