Räikkönen fala de amizade com Arrivabene, mas elogia Mattiacci: "Estava fazendo um bom trabalho"

Apesar de ser amigo do novo chefe da Ferrari, Maurizio Arrivabene, Kimi Räikkönen elogiou o trabalho que Marco Mattiacci vinha fazendo à frente do time italiano

A chegada de Maurizio Arrivabene agradou o finlandês Kimi Räikkönen. Contudo, nesta terça-feira (25), o campeão mundial de 2007 contou que aprovava o trabalho feito por Marco Mattiacci e valorizou o desempenho do ex-chefe, que teve na Ferrari seu primeiro trabalho na F1.
 
Räikkönen comentou que, mesmo não conhecendo Mattiacci antes de 2014, teve boa relação com o ex-chefe que, segundo o finlandês, vinha fazendo um bom trabalho à frente do time de Maranello.
 
“Eu achei que ele estava fazendo um bom trabalho. Eu gostava dele. Eu não o conhecia antes, nos conhecemos apenas na Ferrari. Acho que chegar de fora para trabalhar na F1 não é fácil e, ainda assim, ele fez um bom trabalho”, disse.
 
O campeão mundial de 2007 explicou que a situação agora é outra, já que é amigo de Arrivabene, novo comandante da equipe, há alguns anos.
 
“Agora, obviamente, há um cenário diferente. Eu conheço Maurizio há anos, ele é um cara muito legal. Acho que tem tudo para ser o cara certo para o cargo que foi colocado”, declarou.
Kimi Räikkönen aprovou o trabalho feito por Marco Mattiacci na Ferrari (Foto: Ferrari)
Räikkönen deu seu voto de confiança para o novo chefe, mas destacou que a missão não será das mais simples.
 
“O trabalho a ser feito é grande, não apenas por ele, mas pelo time inteiro. Ele conhece a Ferrari há anos e também conhece muito do mundo dos negócios. Tem tudo para colocar o time onde a Ferrari nunca deveria ter saído”, completou o finlandês.
 
A Ferrari teve mais uma temporada decepcionante e terminou na quarta colocação com 216 pontos. De saída, Fernando Alonso foi o sexto melhor piloto na classificação, anotando 161 pontos. Räikkönen foi apenas o 12º, com 55 pontos.
 
O AMADURECIMENTO DE HAMILTON 

11 triunfos, 16 pódios e um título conquistado com vitória em Abu Dhabi. Uma campanha bem diferente daquela que, em 2008, deu a Lewis Hamilton o primeiro título do Mundial de F1. A comparação entre as conquistas reflete, principalmente, o amadurecimento do piloto inglês com o passar do tempo.

Há seis anos, disputando somente sua segunda temporada na categoria, Hamilton estava sob uma pressão enorme. Ele tinha de ser campeão e retribuir à McLaren o investimento feito em sua carreira desde os tempos de kart e o apoio que recebera no ano anterior em meio à briga com Fernando Alonso.

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