Red Bull garante que está “absolutamente aberta” a possibilidade de correr com motores da Aston Martin na F1

A Red Bull não descartou ter a Aston Martin como fornecedora de motores a partir de 2021, quando está prevista uma mudança nas regras quanto às unidades de potência. A marca inglesa também vê com bons olhos a chance de entrar no campeonato

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Chefe da Red Bull, Christian Horner deixou claro que a equipe austríaca está "absolutamente aberta" para competir na F1 com motores da Aston Martin, se a fabricante decidir entrar no campeonato como fornecedora. A marca vai se tornar patrocinadora-máster da esquadra das bebidas energéticas a partir de 2018, como parte do estreito relacionamento que as duas empresas firmaram depois do desenvolvimento em conjunto do supercarro de rua, o Valkyrie. Mas há a chance dessa parceria ser ainda maior.  

 
Neste momento, a Aston Martin está de olho nas mudanças nas regras quanto à configuração de motor da F1 a partir de 2021. A icônica marca participou das discussões junto à FIA (Federação Internacional de Automobilismo), mas o presidente e diretor-executivo, Andy Palmer, enfatizou que os custos precisam ser mantidos sob controle para que o projeto seja viável.
 
A Red Bull, por outro lado, vem vivendo uma relação conturbada com a Renault desde a introdução do motor V6 turbo híbrido, em 2014. A fabricante francesa não conseguiu entregar uma unidade tão competitiva quanto a das rivais Mercedes e a Ferrari, o que colocou a equipe chefiada por Horner em uma posição de coadjuvante, longe da briga por vitórias e campeonatos. 
É oficial: Aston Martin e Red Bull ainda mais unidas a partir de 2018 (Arte: Red Bull)
Falando à revista inglesa 'Autosport' sobre o assunto, Palmer revelou que "uma grande parte da discussão sobre os motores" com a cúpula da Red Bull surgiu depois que a equipe expôs "sua própria frustração em encontrar um motor bom e potente para o futuro". E quando questionado pela publicação se a esquadra tetracampeã se interessaria pelos motores da Aston Martin, Horner não hesitou. "É algo que estamos absolutamente abertos", afirmou o inglês.
 
"Antes de tudo, é preciso ver como será o regulamento e se é viável para uma fabricante, como a Aston Martin, acompanhar uma terceira parte em uma tentativa de produzir um motor competitivo", completou o dirigente, ganhando o respaldo do executivo da fábrica inglesa.
 

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"As duas opções estão abertas", revelou Palmer. "Realmente, depende de quanto vai sair. A Aston, em geral, trabalha com outras empresas especializadas, como a Cosworth, Ricardo, Ilmor e AVL. Mesmo para os nossos motores de rua, usamos especialistas. Seria razoável e possível ver a Aston se juntando com a Cosworth, mas não nada decidido", emendou.
 
Por fim, o executivo revelou que apresentou a visão da marca para uma potencial entrada na F1. "Nós fizemos uma apresentação formal, com a nossa opinião e esperamos que a FIA consiga encontrar uma solução simplificada. Se houver uma redução dos custos, isso pode aumentar o número de motores para as equipes e acabaria com essa situação ridícula de punições no grid e regras que ninguém entende", encerrou.

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