Red Bull tem de pagar multa de R$ 1,9 bilhão se quiser deixar F1 antes da temporada 2020, diz jornalista

De acordo com o jornalista Joe Saward, a Red Bull teria de arcar com uma multa de R$ 1,9 bilhão para deixar a F1 antes de 2020. A equipe dos energéticos ameaçou deixar o Mundial por conta de suas dificuldades para encontrar um novo fornecedor de motores

A dificuldade para encontrar um fornecedor de motores pode afastar a Red Bull da F1, mas a retirada do Mundial pode ter um alto custo para a marca dos energéticos.
 
De acordo com o jornalista Joe Saward, a Red Bull tem um acordo com a FOM que prevê sua permanência no grid da F1 até, pelo menos, 2020. Se sair antes, os rubro-taurinos terão de arcar com uma multa de £ 330 milhões (cerca de R$ 1,9 bilhão).
Dietrich Mateschitz teria de arcar com uma salgada multa para deixar a F1 (Foto: Getty Images)
 “Dietrich Mateschitz tem caminhado nas florestas da Áustria e considerado deixar a F1, mas é improvável que isso aconteça, pois, em troca de grandes somas de dinheiro em prêmios extras do grupo da F1, a Red Bull concordou em ficar no esporte por dez anos (até 2020) e acredita-se em um sistema de sanções, o que significa que a punição cai de US$ 1 bilhão para US$ 100 milhões por ano”, escreveu Saward.
 
“Isso significa que a Red Bull pode deixar o esporte se estiver disposta a pagar US$ 500 milhões (aproximadamente R$ 1,9 bilhão) para o grupo da F1”, ressaltou. “Considerando a conta, seria melhor para Mateschitz manter seu dinheiro, fazer o máximo da bagunça em que o time está e tentar não estragar tão monumentalmente no futuro”, completou.
 
Ainda segundo o jornalista, a única saída seria comprar a maioria das ações da CVC Capital. O negócio teria um custo alto, mas é uma opção que Mateschitz já considerou anteriormente.

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