Renault compara desempenho em Monza com anos anteriores e fica satisfeita com grande aproximação a rivais

O diretor-técnico da Renault, Rèmi Taffin, mostrou grande satisfação com o que os carros empurrados por motores da fábrica, especialmente os da Red Bull, conseguiram fazer no GP da Itália. Sede da corrida mais veloz da F1, a Renault passou maus bocados em Monza desde de que os motores V6 chegaram à baila

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O GP da Itália pode não ter sido vencido ou nem rendido pódio, mas a Renault saiu de Monza com um belo sorriso no rosto. Pela primeira vez desde que a F1 transformou os motores em V6 turbo, ao final de 2013, os carros empurrados com os motores da fábrica francesa conseguiram andar bem próximos aos das principais rivais. 

 
Quem estampou a felicidade no rosto foi o diretor-técnico da Renault, Rémi Taffin. Em entrevista concedida à revista inglesa 'Autosport', Taffin apontou as claras melhoras em relação à Mercedes e Ferrari. O tempo da pole-position, por exemplo: Carlos Sainz Jr – então da Toro Rosso, melhor motor Renault em desempenho – ficara a 2s249 do pole um ano atrás, mas Daniel Ricciardo – melhor Renault desta feita com a Red Bull – apenas a 1s254 há dois sábados. A maior velocidade na corrida aumentou em 8,5 km/h.
 
Taffin sabe que a Renault ainda não alcançou a Ferrari e muito menos a Mercedes, mas a distância, que um dia pareceu infinita, agora sangra. 
 
"Tivemos um fim de semana sem problemas, então a imagem clara do motor está aí. Sabemos que a Mercedes está na frente e a Ferrari também, mas vimos na corrida que não temos problema em passar outro carro quando precisamos. Apenas enfatiza o fato de que nós fizemos um grande progresso, mas ainda há muito o que fazer", disse.
Rémi Taffin (Foto: Renault)
"Ainda temos uma pequena distância para chegar à Ferrari. Acho que é metade da distância que temos para a Mercedes. A Honda está nos alcançando, mas ainda estão bem atrás", avaliou.
 
Por enquanto a Renault ainda não decidiu se manda a versão atualizada na unidade de força para sua equipe e a Red Bull no GP de Cingapura. A preocupação é confiabilidade: a marca quer terminar 2016 sem sofrer punições por trocas excessivas de componentes. 
 
"Preciso cruzar os dedos quando falo de confiabilidade, mas é verdade que temos um bom histórico. Somos a única fábrica sem penalidades por esse motivo e queremos terminar assim. O plano é permanecer neste nível pelo resto da temporada e o ano que vem. É a base para desenvolver e é o motivo pelo qual conseguimos colocar a performance no carro", seguiu.
 
"Estamos entrando numa região mais comparável aos nossos rivais, onde podemos começar a ver nossos chassis e pilotos brigando numa corrida. Foi a primeira vez que pudemos lutar em Monza desde o começa do era V6" encerrou. 
 
O GP de Cingapura acontece em 18 de setembro. O GRANDE PRÊMIO acompanha tudo AO VIVO e EM TEMPO REAL.
 
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