Renault confirma Palmer ao lado de Hülkenberg em Sepang e aposta em ser quarta força no fim de semana

Feliz com o desempenho obtido por Jolyon Palmer no último GP de Singapura, a Renault confirmou o que já vinha afirmando desde antes da confirmação da contratação de Carlos Sainz para 2018. O britânico segue no cockpit do R.S.17 e é visto como uma das armas da equipe aurinegra para se manter em ascensão na temporada. A esperança de Cyril Abiteboul é que a Renault esteja só atrás das três melhores equipes do grid

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Se havia alguma dúvida a respeito da permanência de Jolyon Palmer na Renault na reta final da temporada 2017, ela foi dissolvida na manhã desta segunda-feira (25). Na prévia divulgada pela equipe anglo-francesa, Palmer aparece como escalado ao lado de Nico Hülkenberg para a disputa do GP da Malásia, 15ª etapa da temporada 2017 da F1. Muitos rumores apontavam para a ida de Carlos Sainz, confirmado pelo time para o ano que vem, já neste fim de semana no lugar de Palmer, mas o britânico fez valer a força do seu contrato e vai seguir até o desfecho do campeonato. Uma motivação a mais para Jolyon foram os pontos alcançados pela conquista do sexto lugar no último GP de Singapura, de longe seu melhor resultado na F1.

 
Cyril Abiteboul, chefe da equipe de Enstone, destacou o resultado obtido por Palmer em Marina Bay e põe os pontos como motivação extra para a Renault dar mais um passo rumo ao objetivo de superar a Williams e terminar o ano em quinto no Mundial de Construtores. A esperança do engenheiro francês é que o time aurinegro se coloque como a quarta força do fim de semana na Malásia. Após o GP de Singapura, a Renault ocupa o sétimo lugar no Mundial e soma 42 pontos, contra 52 da Toro Rosso e 59 da Williams, que fecha o top-5.
 
“Estamos muito felizes por Jolyon, que somou seus primeiros pontos na temporada. Ele guiou extremamente bem em condições complicadas e não se intimidou para conquistar uma impressionante sexta posição e somar pontos para a equipe. Em que pese tudo isso, foi decepcionante retirar o carro de Nico da corrida por problemas, e vamos resolvê-los”, disse o dirigente.
Confiante, Jolyon Palmer vai a Sepang para ajudar a Renault a buscar o top-5 do Mundial (Foto: AFP)
Sobre o fim de semana que está por vir, Abiteboul reforçou que a confiança está em alta na Renault. “Há incentivos para continuar dando o nosso melhor e garantir que os dois carros vão estar nos pontos na Malásia. Um dos aspectos positivos que podemos tirar de Singapura é que ganhamos uma posição no Mundial de Construtores, algo que significa que estamos mais pertos de sermos os quintos. A confiabilidade é nosso grande problema, e isso vai nos exigir nosso melhor esforço e a perfeição absoluta nas seis corridas que restam para conseguirmos estar em quinto”.
 
“Sepang é sobre lidar com o clima imprevisível e tirar o melhor proveito do calor e a umidade. Enquanto desenvolvemos o chassi, também vamos introduzir um novo motor no carro de Nico para o começo do fim de semana, o quarto da sua temporada. Esperamos colocar os dois carros no top-10, visto que mostramos nossa capacidade em muitas ocasiões e podemos ser a melhor equipe depois das três melhores”, complementou.
 
Palmer reforçou a maior confiança depois do bom resultado em Marina Bay e acredita que pode novamente chegar aos pontos neste fim de semana em Sepang.
 
“Sempre faz calor aqui, e rendo bem nesse tipo de condição. É um circuito incrível, com um grande ambiente. A medida que o carro melhora, também melhor, de modo que vamos buscar outro bom resultado. Tirem um peso das costas ao pontuar e espero seguir somando pontos. Sei que posso fazer isso”, declarou o britânico.
 
Por sua vez, Hülkenberg quer deixar a decepção com o abandono em Singapura no passado e agora só pensa em dar a volta por cima na Malásia. “Perdemos um bom resultado por não ter boa confiabilidade. Assim é o esporte às vezes. Perdemos a quarta posição, o que é uma pena depois de todo o trabalho da equipe. Mas o carro se mostra rápido e temos de nos concentrar nas coisas positivas para a Malásia”.
 

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“É um dos GPs em que faz mais calor e vamos ao limite. Temos de ingerir muito líquido porque perdemos muito na corrida. A pista é desafiante, com muitas curvas de alta velocidade e combinações rápidas. Gosto da Malásia. A meteorologia é diferente que na Europa e leva algum tempo para se acostumar. Quando você está na parte de cima, é possível ver a selva, o que é incrível. O ritmo é importante em Sepang, e é muito bom quando você o consegue”, destacou o alemão.

 
A Renault tem um histórico de respeito no GP da Malásia, que deixa o calendário do Mundial de F1 neste ano. Como equipe, foram duas vitórias, uma com Fernando Alonso, em 2005, e outra com Giancarlo Fisichella, no ano seguinte. Foi em Sepang que, em 2003, o espanhol faturou a primeira pole da carreira. Como fornecedora de motores, a fábrica francesa alcançou quatro triunfos: além dos dois da equipe de fábrica, somou outros quatro com a Red Bull em 2010, 2011, 2013 e no ano passado.
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