Ricciardo descarta seguir passos de Rosberg e garante fome por títulos: “Se tiver um, vou querer mais”

Daniel Ricciardo entende que a vitória, bem como o título mundial, traz um sentimento viciante. De modo que a vontade que tem de vencer cada vez mais também será a mesma se um dia o australiano se tornar campeão do mundo. Por isso, o piloto da Red Bull não se vê seguindo os passos de Nico Rosberg, seu amigo e recém-aposentado

 

A surpreendente aposentadoria de Nico Rosberg, cinco dias depois da conquista do seu único título mundial, levantou um debate sobre o melhor momento de parar. O alemão considerou que era chegada a hora de encerrar sua jornada na F1, já que o sonho de ter sido campeão do mundo já havia sido concretizado. Mas Daniel Ricciardo, amigo de Rosberg e um dos pilotos que participou da festa do título há quase uma semana, em Abu Dhabi, não pensa assim. Na visão do australiano, a vitória é como um sentimento viciante, que faz o competidor querer vencer cada vez mais. Assim como um título mundial.

 
Durante a premiação aos melhores do ano promovida na noite da última sexta-feira (2) pela FIA em Viena, pouco depois de Rosberg anunciar sua aposentadoria, Ricciardo recebeu o troféu de terceiro colocado do Mundial de Pilotos. E falou que, se estivesse no lugar de Rosberg e conquistasse o título mundial, seguiria em frente, reafirmando sua fome por novas conquistas.

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O sorriso mais famoso da F1 descartou seguir os passos do amigo Nico Rosberg (Foto: FIA)
“Claro, ainda não consegui isso, mas acho que se tiver um, vou querer mais. É como a primeira vitória, esse sentimento é viciante. Esse sentimento é grande, mas não dura para sempre, portanto você quer experimentar essa sensação de novo, e imagino que com um título mundial deve ser a mesma coisa”, salientou.
 
“A não ser que você conquiste o título com 40 anos, provavelmente ficaria e tentaria conseguir outros mais”, comentou o taurino, falando sobre como enxerga a saída de Rosberg do ponto de vista do piloto. “Há vantagens e desvantagens. No profissional, é que você sai como campeão e, provavelmente, acaba por perder um bom salário no ano que vem.”
 
Enquanto Rosberg parte agora para viver uma vida voltada para a sua família, Ricciardo já começa a pensar sobre 2017 e nos desafios que vai ter em razão do novo regulamento técnico, que vai proporcionar aos pilotos um carro mais difícil de guiar, o que vai exigir muito do preparo físico.
 
Assim, Ricciardo espera a chance de se preparar com mais afinco e ganhar musculatura. Os pilotos de F1, via de regra, precisam conter o peso em razão do regulamento atual. A maioria dos competidores tem um físico bastante magro, mas Daniel acredita que a situação vai mudar no ano que vem.
 
“Até agora, os treinamentos eram muito chatos. Nos últimos dois anos nós temos feito muitos treinos para manter ou perder o peso, mas sem muita intensidade, já que não podíamos ganhar muitos músculos. Agora podemos nos permitir ganhar mais musculatura. De modo que vai ser mais desafiante, porém mais gratificante”, comentou o australiano, lembrando que o começo da pré-temporada, marcado para 27 de fevereiro, vai dar mais tempo para os pilotos se prepararem com qualidade.
 
“De alguma forma, é muito bom que os testes sejam mais para a frente. É uma boa chance de ter um pouco mais de tempo para que possamos treinar. Em uma temporada tão longa, cheia de corridas durante o ano, você não tem muito tempo para treinar fisicamente do jeito que gostaria. Você está indo daqui para lá e não tem uma semana correta para treinar. De modo que estou muito feliz por ter alguns meses de treino mais adequado antes de testar o carro. Depois do Ano Novo, de ter minha festa, vou estar pronto para começar de novo. No meu interruptor, a luz de ‘ligado’ voltará a acender”, finalizou o piloto da Red Bull.
 
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