Rosberg descarta azar e culpa decisões erradas por seca de títulos de Alonso: “Escolher sua equipe é parte do trabalho”

Nico Rosberg não é de se meter na vida dos outros, mas também não se esconde de dar certas opiniões quando questionado. Segundo o campeão mundial de 2016, Fernando Alonso não pode culpar a falta de sorte por jamais alcançar o tricampeonato. Afinal, escolher as equipes em que vai andar é tarefa do piloto de ponta

google_ad_client = “ca-pub-6830925722933424”;
google_ad_slot = “2258117790”;
google_ad_width = 300;
google_ad_height = 600;

A história é famosa: quando Fernando Alonso conquistou o bicampeonato mundial de F1, ainda em 2006, era um piloto jovem e dava a clara impressão de que teria longos anos de domínio. Mas daquele momento em diante Alonso nunca mais esteve numa equipe campeã e, 11 anos depois, ainda permanece nos dois títulos mundiais. Azar? Segundo Nico Rosberg, não.

 
O campeão de 2016 e agora aposentado Rosberg falou sobre a situação de Alonso em entrevista concedida ao jornal espanhol 'AS'. Questionado sobre a má sorte de Fernando na busca infindável pelo tricampeonato, Rosberg fez questão de apontar na direção contrária: não se trata de uma questão de sorte.
 
Como piloto da ponta, Alonso sempre fez as escolhas de por qual equipe iria guiar. Segundo aponta Rosberg, decidir os carros que terá é uma parte fundamental do trabalho de um piloto de ponta. 
 
"Não é má sorte quando você escolhe as equipes erradas para estar, porque isso é parte de ser um piloto de ponta", disse. "Você pode ser o melhor piloto do mundo, mas não vai ganhar num carro ruim", seguiu.
Alonso e Rosberg (Foto: Reprodução/Twitter)

Questionado sobre a renovação de contrato de Alonso com a McLaren – que ainda não saiu, mas parece questão de tempo -, Nico foi simples. "É a única opção que ele tem."

 
A reportagem do jornal, então, replicou dizendo que Fernando poderia ter ido atrás de correr na Indy ou no WEC, para disputar as 24 Horas de Le Mans. "Sim, mas não é a F1 – e a F1 é o máximo", respondeu Rosberg.
 
Na McLaren desde 2015, Alonso passou os três anos da parceria com a Honda longe das primeiras posições e sem nenhum pódio na conta.
HÁ ESPERANÇA?

MESMO COM RESULTADO RUIM, VETTEL GANHA FORÇA NA MALÁSIA  

.embed-container { position: relative; padding-bottom: 56.25%; height: 0; overflow: hidden; max-width: 100%; } .embed-container iframe, .embed-container object, .embed-container embed { position: absolute; top: 0; left: 0; width: 100%; height: 100%; }

 

GOSTA DO CONTEÚDO DO GRANDE PRÊMIO?

Você que acompanha nosso trabalho sabe que temos uma equipe grande que produz conteúdo diário e pensa em inovações constantemente. Mesmo durante os tempos de pandemia, nossa preocupação era levar a você atrações novas. Foi assim que criamos uma série de programas em vídeo, ao vivo e inéditos, para se juntar a notícias em primeira-mão, reportagens especiais, seções exclusivas, análises e comentários de especialistas.

Nosso jornalismo sempre foi independente. E precisamos do seu apoio para seguirmos em frente e oferecer o que temos de melhor: nossa credibilidade e qualidade. Seja qual o valor, tenha certeza: é muito importante. Nós retribuímos com benefícios e experiências exclusivas.

Assim, faça parte do GP: você pode apoiar sendo assinante ou tornar-se membro da GPTV, nosso canal no YouTube