Sainz reconhece que sofreu com opção da Red Bull por Verstappen em 2016 e diz: “Ninguém gosta de ser esquecido”

Carlos Sainz admitiu que a promoção de Max Verstappen para a Red Bull foi um duro golpe em 2016. Mas que, apesar do momento difícil, afirmou ter ficado orgulhoso de si mesmo por ter conseguido dar a volta por cima e terminar o ano à frente de Daniil Kvyat

 

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Carlos Sainz reconheceu que a decisão da Red Bull em promover Max Verstappen para o lugar de Daniil Kvyat em 2016 o desagradou, embora tenha feito de tudo para esconder suas emoções. O espanhol afirmou que foi realmente difícil ver o companheiro da Toro Rosso ser alçado para a equipe principal da marca austríaca ainda antes da metade da temporada. 

 
Sainz e Verstappen estrearam juntos na F1, andando pelo time caçula da Red Bull, em 2014. E ambos mostraram grande performance, mas o holandês acabou sendo o escolhido quando a esquadra chefiada por Christian Horner optou por sacar Kvyat, pouco antes do GP da Espanha, em maio.
 
"Tentei mostrar muita força, mas foi um momento realmente difícil. Obviamente, você não gosta de ser esquecido por alguém", disse o jovem em entrevista à revista inglesa 'Autosport'. "As pessoas falaram sobre o quão complicado foi para Kvyat, mas ninguém falou que também não foi fácil para mim. Eles não levaram em conta que também foi uma situação difícil para mim, que eu tive de reagir e tentar chamar a atenção da Red Bull", contou o piloto de 22 anos.
Carlos Sainz revelou que promoção de Verstappen o desagradou (Foto: Red Bull Content Pool)

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"Eu disse a mim mesmo: 'Vou provar que estão errados'. Então, fiz as minhas melhores corridas na F1 depois disso. E aí um novo contrato chegou em Baku e eu assinei imediatamente", completou.

 
Depois da crise inicial por conta da promoção de Verstappen, Sainz de fato melhorou seu desempenho e acabou por superar também Kvyat pelo restante do ano. "Eu me lembro que quando tudo aconteceu, eu estava indo para Barcelona, que era a minha corrida de casa. Houve toda aquela pressão pela mudança de companheiro de equipe e era quase obrigatório que eu ficasse à frente dele", destacou o piloto.
 
"Eu estava sob muita pressão, mas, de repente, tudo foi perfeito a partir daí na temporada, então foi um bom momento e algo que me deixou bastante orgulhoso", acrescentou Carlos.
 
No fim das contas, Sainz completou o campeonato na 12ª posição, com 46 pontos. Kvyat, por sua vez, fechou o ano duas colocações atrás do espanhol, com apenas 25 tentos. Ambos vão seguir na Toro Rosso em 2017.
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