Santander recusa proposta de renovação e encerra contrato de patrocínio com Ferrari a partir de 2018

O banco Santander, principal patrocinador da Ferrari desde 2010, não deu sequência às negociações de renovação do contrato. A equipe italiana queria aumentar o custo do patrocínio, equivalente a R$ 154 milhões, proposta que não foi bem recebida

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A Ferrari vai abrir a temporada 2018 sem seu principal patrocinador. O banco espanhol Santander deu uma resposta negativa à proposta da equipe italiana de renovar o contrato de patrocínio, encerrando uma parceria iniciada em 2010.
 
Deste jeito, o GP de Abu Dhabi deste fim de semana foi o último com a marca do Santander estampada no bólido italiano. Entre 2010 e 2017, foram 19 vitórias na F1. O título, seja ele de pilotos ou construtores, nunca veio. No período, tudo que a escuderia de Maranello conseguiu foi ser vice – três vezes de pilotos, com Fernando Alonso e Sebastian Vettel, e três vezes de construtores.
O banco Santander se despede da Ferrari (Foto: Ferrari)

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O fim do patrocínio significa uma economia de € 40 milhões – aproximadamente R$ 154 milhões – por temporada para o Santander. A Ferrari buscava um investimento ainda maior por parte do banco, o que reforçou o desejo de encerrar o contrato.
 
O encerramento da relação entre Ferrari e Santander também pode ser relacionada a uma troca recente na chefia do banco. Emilio Botín, fã de automobilismo e amigo pessoal de Alonso, foi presidente da empresa até setembro de 2014, quando sofreu um ataque cardíaco e morreu. A filha Ana Botín assumiu a chefia do Santander, mas não deu sequência à parceria firmada pelo pai.
 
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