Sem definir preço, FIA aponta configuração técnica de motor alternativo e confirma que ‘modelo Indy’ pode ser usado

Sem ligar para a queixa crescente das montadoras atuais da F1, a FIA divulgou nesta segunda-feira (16) as especificações técnicas do motor alternativo que a entidade pretende disponibilizar a partir de 2017. E a especificação usada na Indy é compatível com o modelo proposto, o que pode atrair a Chevrolet/Ilmor para a categoria: capacidade máxima de 2,5 L V6 turbo

O motor independente que a F1 terá a partir de 2017 está cada vez mais próximo de ser real. Na sequência do GP do Brasil, a FIA divulgou nesta segunda-feira (16) as especificações da unidade de força que as fábricas terão que projetar para terem uma chance: e ela não indica um abandono do V6 turbo.
 
A FIA e a FOM querem fugir de um cartel formado pelas fábricas atualmente na categoria e que possuem interesses escusos em equipes. Desta forma, uma montadora que fuja isso e ainda possa fazer motores mais baratos para as equipes menores mata dois coelhos com uma cajadada apenas.
Um motor preparado pela Ilmor (Foto: Reprodução)
As especificações indicam que o motor terá de ser V6 turbo com capacidade de no máximo 2,5 L e potência máxima de 640 kw podendo ser reduzido para 530 kw dependendo da situação
 
Como a FIA determinou que o máximo de capacidade deve ser 2,5 L, isso significa que a conversa inicial de que poderia ser adotado um motor 'estilo Indy' se confirmou. Na categoria americana, Chevrolet (cujo motor é preparado pela Ilmor, de Mario Illien) e Honda utilizam unidades de 2,2 L V6 turbo. Algo definitivamente 'no mesmo estádio'.

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As configurações técnicas:

– 2,5 L (ou menos) turbo V6, com potência máxima de 640 KW e que pode ser reduzida para 530 KW na classificação e na corrida
– Peso total da unidade de potência de pelo menos 135 kg 
– Sem limite máximo de RPM, durabilidade do motor ou fluxo de combustível
– Sem potência híbrida 
– Hidráulica deve ser a mesma para todas as equipes
– Unidade compatível com a centralina-padrão da F1
 
As montadoras que expressarem interesse na candidatura para ser a fornecedora de motor alternativa terão as seguintes liberdades:

– Número de turbos: 1 ou 2
– Turbos devem ser aptos à máxima pressão imposta pela FIA
– Virabrequim e trem de válvula em todas as áreas, exceto o comprimento da manivela
– Sistema de exaustão, embora um sistema variável não seja permitido
 
Cada montadora candidata deve fornecer suporte de cinco pessoas por equipe parceira em todas as corridas e nos testes, além de unidades de potência suficientes para 20 corridas e 5.000 km de testes.
 

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Posted by Grande Prêmio on Quinta, 12 de novembro de 2015

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