Senna ao contrário? “Não cresci assistindo a ele”, diz caçula Norris

Piloto mais jovem do grid atual da F1, Lando Norris completou 20 anos na última quarta-feira. E, naturalmente, por ter nascido no fim de 1999, jamais teve a chance de assistir a uma performance de Ayrton Senna. Por isso, o estreante não vê o brasileiro como uma fonte de inspiração

O fim de semana do GP do Brasil de F1 vai ser todo marcado por diversas homenagens a Ayrton Senna. O tricampeão, que vem sendo lembrado ao longo de todo 2019 por conta dos 25 anos da sua morte, escreveu as páginas mais importantes da sua trajetória como piloto da McLaren, tendo conquistado seus três títulos mundiais. Um quarto de século depois, Lando Norris tem a missão de correr pela equipe pela qual Ayrton fez história. Mas, mesmo estando no Brasil, o piloto mais jovem do grid da F1 atual entende que Senna não é uma fonte de inspiração para sua carreira.

 
É Norris completou 20 anos na última quarta-feira. Natural que, nascido no fim de 1999, o britânico não tenha visto Senna correr, tendo assim outras inspirações na carreira. Os pilotos mais bem-sucedidos do seu tempo antes de estrear na F1 foram Michael Schumacher, Sebastian Vettel e Lewis Hamilton.
Piloto da McLaren, Lando Norris falou sobre Ayrton Senna nesta quinta-feira em Interlagos (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
Em entrevista coletiva acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO na nublada tarde desta quinta-feira (14), em Interlagos, o sorridente Norris falou sobre Senna e também sobre a chance de defender a McLaren no Brasil. “Não cresci vendo o Ayrton, apenas soube das coisas e assisti algumas [das corridas] enquanto cresci. Não posso dizer que seja alguém que me inspira porque não cresci assistindo a ele”, disse.
 
“A McLaren é a equipe que foi sua casa, então existe um carinho dos brasileiros. Acho que significa um pouco mais do que as outras corridas”, salientou Lando.
 
Norris ressaltou a importância de lapidar seu talento correndo pela McLaren. E entende que ainda há muito caminho a percorrer até se considerar um piloto melhor, sobretudo no sentido de se cobrar e de se impor mais perante a equipe.
 
“Tem muita coisa que preciso melhorar dentro e fora da pista: a maneira como dou o feedback, o desenvolvimento ao longo do fim de semana, de ser mais exigente com os engenheiros, do que quero com a McLaren, de perguntar para a McLaren: ‘Eu quero isto, eu quero aquilo’, e não perguntar se eles podem. Tem coisas que melhorei, mas ainda preciso de outras coisas”, finalizou.
 
O GRANDE PRÊMIO cobre in loco o GP do Brasil com os jornalistas Evelyn Guimarães, Felipe Noronha, Fernando Silva, Flavio Gomes, Gabriel Carvalho, Gabriel Curty e Pedro Henrique Marum, e o fotógrafo Rodrigo Berton. Acompanhe todo o noticiário aqui e tudo dos bastidores e das atividades em pista AO VIVO e em TEMPO REAL.
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