Stroll cita queda da Williams em 2018 e promete evolução em 2020 na Racing Point

Após um pódio no ano de estreia na Fórmula 1, Lance Stroll encarou dificuldades no segundo ano de Williams. Hoje na Racing Point, o canadense crê que 2018 mascarou o seu verdadeiro potencial na categoria

Aos 21 anos de idade, Lance Stroll sente que as dificuldades que passou na Williams em 2018 mascaram o seu verdadeiro potencial na F1. O canadense da Racing Point está próximo de completar sua terceira temporada na principal categoria do mundo.
 
Campeão da F3 Euro em 2016, Stroll estreou pela Williams em 2017 e registrou o grande momento da carreira ao somar um pódio no GP do Azerbaijão. Porém, o time caiu muito em 2018, ficando no último lugar entre os Construtores. O melhor resultado de Lance na ocasião foi um oitavo lugar, no mesmo circuito de rua de Baku.
 
"O que esperava na passagem do primeiro para o segundo ano era uma evolução minha, e isso não foi mostrado no papel pelo pacote ruim que tivemos na segunda temporada, mas eu me senti no controle do carro, entendendo as qualidades e dificuldades, e como poderia destravar isso. Penso que será o mesmo neste time, realmente acredito", disse o canadense em entrevista acompanhada pelo GRANDE PRÊMIO.
Lance Stroll (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
O primeiro ano de Stroll na Racing Point não foi dos melhores, apesar do impressionante quarto lugar no maluco GP da Alemanha. Ele acredita que a segunda temporada na equipe de Silverstone será mais positiva, com o canadense desbloqueando os segredos do carro.
 
"Do meu lado, voltar para uma segunda temporada no mesmo ambiente e com mais experiência é um grande benefício, com certeza. Só posso dizer no ano que vem, mas acredito que se pudesse fazer todas as corridas novamente, eu seria muito melhor. Se você entende o que digo, é apenas desbloquear o potencial do carro em diversas maneiras. É complicado na Fórmula 1, mas acho que experiência ajuda", completou.
 

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