Vettel aceita comparações óbvias a Schumacher e vê “semelhanças em espírito de grupo” nos tempos de Ferrari

Sebastian Vettel reconhece as comparações com Michael Schumacher em tempos de Ferrari. Sabe que há algumas razões bem óbvias, como a nacionalidade e o momento, mas adicionou outras coisas à mistura

Desde que Sebastian Vettel chegou à Ferrari para a temporada 2015, as comparações com Michael Schumacher aumentaram e os paralelos ganharam mais e mais vivacidade. O tetracampeão sabe que as conexões com o ídolo têm suas razões de ser.
 
Schumacher chegou em Maranello em 1996, então bicampeão mundial, em tempos de crise. Vettel, por sua vez, saiu de uma temporada ruim que seguiu quatro títulos mundiais, mas também chegou num período sem bonanças vermelhas.
Vettel sabe das comparações de onde vem comparações com amigo e ídolo Michael Schumacher (Foto: Red Bull/Getty Images)
"Somos ambos alemães e chegamos na Ferrari em tempos difíceis. Há também semelhanças em termos de espírito de grupo e estrutura", avaliou.

Mais que isso: ambos também passaram por muito das expectativas na primeira temporada. Sebastian já venceu duas corridas em 2015, na Malásia e na Hungria, e tem 160 pontos e a terceira colocação no Mundial, bem mais próximo das Mercedes que dos pilotos abaixo dele na classificação. Uma situação muito parecida com a de Michael em 1996, quando venceu três das quatro provas da temporada que não foram vencidas por uma das Williams.

 
Até agora, o primeiro ano de Ferrari tem saído melhor que todos esperavam. Para o alemão, pode até parecer milagroso, mas ele ainda tem muito o que aprender sobre o time italiano antes de "repetir a mágica do passado".
 
"O que nós fizemos parece um milagre. Excedemos nossas expectativas. Ainda existem muitas novidades para mim. Eu quero ser campeão mundial na Ferrari. Quero repetir a mágica do passado. É um plano ambicioso, mas o potencial é imenso", encerrou.

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