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Williams se incomoda e define calendário de 23 corridas como “insustentável”

A Williams quer que a F1 dê um jeito de limitar o número de corridas no ano. A solução do chefe Simon Roberts é implementar alguma forma de revezamento entre pistas

GP de Eifel foi última prova de Fórmula 1 realizada na Alemanha, em 2020 (Foto: Getty Images/Red Bull Content Pool)

GP de Eifel foi última prova de Fórmula 1 realizada na Alemanha, em 2020 (Foto: Getty Images/Red Bull Content Pool)

 

O calendário da Fórmula 1 só cresce. Em contrapartida, a paciência das equipes parece só diminuir. No caso da Williams, a situação chega próxima do extremo: de acordo com o chefe Simon Roberts, um calendário de 23 corridas leva o paddock da principal categoria de automobilismo a um nível altíssimo de desgaste, que simplesmente “não é sustentável”.

De acordo com Roberts, equipes estão buscando formas de se adaptar à nova realidade. Entretanto, não há muito que possa ser feito quando a previsão é de atividades indo de fevereiro até dezembro.

“Teremos de achar formas de ser mais adaptáveis e flexíveis para aguentar 23 corridas. Não é sustentável pensar que todo mundo vá fazer a pré-temporada e seguir com corridas direto até dezembro”, disse Roberts, entrevistado pelo GPFans.

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Simon Roberts reclamou do alto número de GPs na F1 (Foto: Reprodução)

As 23 corridas são consequência do desejo da F1 de conquistar novos mercados. A categoria já vinha na casa de 20 GPs em anos recentes, mas o total alcançado em 2021, caso confirme-se em uma temporada ainda pandêmica, será um recorde.

Para Roberts, a solução seria um revezamento entre GPs. Em outras palavras: mais pistas teriam as chances de brilhar na F1, ao mesmo tempo em que o total de corridas por ano diminui.

“Precisamos achar uma maneira de revezar as corridas, algo assim. Nós experimentamos isso ano passado, e de uma maneira realmente bem-sucedida”, encerrou.

A Williams vai para 2021 tentando lidar com o alto número de provas, mas principalmente querendo reencontrar alguma competitividade. A equipe nem pontuou em 2020, não aproveitando oportunidades com George Russell e Nicholas Latifi.