Williams vê vantagem da Mercedes com novo motor: “Uma gargalhada na cara de todos”

Chefe da Williams, James Vowles exaltou o trabalho da Mercedes com o motor de 2026 e reconheceu que sequer deveria ter ficado surpreso com o trabalho da marca alemã. Dirigente exaltou, também, o feito pela Red Bull

Chefe da Mercedes, James Vowles exaltou o trabalho da Mercedes com o motor para a temporada 2026 da Fórmula 1. O dirigente considerou que a performance exibida no shakedown de Barcelona representa “uma grande gargalhada na cara de todo mundo”.

A Mercedes iniciou o ano com o pé direito e, já no segundo dia de testes, conseguiu completar uma simulação de corrida com Andrea Kimi Antonelli. O novo motor, que também é utilizado por Alpine e McLaren, não só apresentou bom desempenho, mas também não teve problemas de confiabilidade.

“Fiquei impressionado com eles”, disse Vowles. “Provavelmente, não deveria, pois fazia parte daquilo, mas o fato de a Mercedes ter ido a campo e feito a distância da corrida no segundo dia é meio que uma grande gargalhada na cara de todo mundo para demonstrar o quão avançados eles estão naquilo estão fazendo”, seguiu.

O chefe da Williams também elogiou o trabalho da Red Bull, que construiu o primeiro motor na F1 e mostrou bom desempenho nos primeiros testes em Barcelona.

Chefe da Williams acredita que pode compensar falta no shakedown de Barcelona (Foto: Reprodução/F1)

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“Fiquei surpreso, de uma maneira positiva para o esporte, com a unidade de potência da Red Bull em termos do quão competitiva ela é. Mas, também, construir uma unidade de potência do zero no primeiro ano, entregar na pista, ter os dois times completando tantos quilômetros é impressionante”, exaltou.

A Williams, por sua vez, começou o ano no contrapé, já que atrasos na produção forçaram a equipe a ficar de fora do teste de Barcelona. Assim, o time de Carlos Sainz e Alex Albon tem de compensar o tempo perdido nos dois testes do Bahrein.

Além disso, a Williams também fez dois dias de filmagens ― em Silverstone e no Bahrein ― para tentar adiantar o trabalho com o FW48.

“Obviamente, perdemos o teste, mas, ao invés disso, fizemos uma semana inteira de testes virtuais na pista, onde percorremos centenas de quilômetros. Não é exatamente a mesma coisa do que rodar na pista, mas ajuda a resolver problemas iniciais. Também fizemos dois dias de filmagens, um em Silverstone e um aqui, ontem. O carro rodou sem problemas e fizemos todos os quilômetros que gostaríamos”, indicou. “Não há dúvidas de que estamos atrás, simplesmente porque os outros fizeram três dias na pista, mas não a ponto de eu achar que não podemos recuperar ao longo desses seis dias. Temos de lembrar que, agora, na maioria das temporadas, nós fazemos três dias de testes, dobramos isso este ano. As unidades de potência estão performando bem na maioria dos casos e, por isso, você consegue percorrer uma quilometragem bastante alta ao longo desses seis dias, o que te leva de volta ao ponto ideal”, encerrou.

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