Pietro Fittipaldi planeja carreira e sonha em conquistar primeira vitória da família nas 24h de Le Mans

Pietro Fittipaldi, herdeiro de uma das mais tradicionais famílias do automobilismo, já sonha em preencher uma lacuna na história de seu clã: a vitória nas 24h de Le Mans. O atual piloto da F3 Europeia, todavia, pretende seguir o rumo da F1, já pensando em deixar o 2015 para trás e arquitetar o caminho para a GP2

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Pietro Fittipaldi, neto do bicampeão mundial Emerson Fittipaldi, ainda é um jovem de apenas 19 anos. Mas isso não o impede de pensar grande: o atual piloto da F3 Europeia já tem em mente o que precisa fazer para, nos trilhos de sua família, alcançar o sucesso. E o jovem já tem um objetivo em mente: vencer as 24h de Le Mans, feito ainda não alcançado no clã Fittipaldi.

 
“Claro, eu quero correr as 24h de Le Mans. Ninguém na minha família venceu, apesar de termos terminado em segundo algumas vezes. Já vencemos F1, Indy 500, 24h de Daytona, até Nascar. Mas nunca vencemos as 24h de Le Mans, então se eu tiver a oportunidade de correr em um bom time, serei o primeiro”, disse Pietro, em entrevista ao site ‘Motorsport’
Pietro Fittipaldi, hoje na F3 Europeia, já sonha com voos mais altos (Foto: F3 Europeia)

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Apoio certamente não falta. O pupilo, que cresceu em uma família de pilotos, vê no seu círculo de parentes e amigos uma oportunidade de acumular conhecimento.

 
“Meu tio Max Papis casou com a irmã de minha mãe, ele me ajuda muito. Além de Christian Fittipaldi, meu primo. Não os vejo como ídolos, mas sim como amigos ou mentores. E também Nelsinho Piquet, somos bons amigos e ele me ajuda, me guia”, contou.
 
Apesar de já mostrar interesse no Endurance, Pietro mantém o foco na F1. Em 2015 o jovem disputou a F3 Europeia, categoria que revelou Max Verstappen. Mas o brasileiro não brilhou: terminou o ano em 16º, com um sexto lugar como melhor resultado. O campeonato deste ano foi vencido por Felix Rosenqvist. Em Pau, o brasileiro quebrou um osso da mão em um acidente.
 
“Foi difícil, esperava um pouco mais. Fiz o melhor que podia, a equipe fez o melhor trabalho que podia. Mas, por alguns motivos, fomos inconstantes. Era eu o carro, não sei. Em uma etapa, éramos competitivos, entre os cinco primeiros. Na outra, estávamos em 25º. O carro se encaixou em algumas pistas, mas não em outras”
Pietro Fittipaldi quer levar seu sobrenome de peso ao topo (Foto: site oficial)

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Para 2016, Pietro pretende seguir na F3 Europeia. Ao seu lado deverão estar Sérgio Sette Câmara e Pedro Piquet – este, recém-chegado depois do bicampeonato na F3 Brasil. Fittipaldi, todavia, descarta qualquer rivalidade com o compatriota.

 
“Não vejo desse jeito, Pedro Piquet é meu amigo. Na pista, não me importo com qual nome ou bandeira ele carrega, estou competindo contra ele como piloto e correndo com todos”, prosseguiu.
 
Depois de um ano na F3 Europeia, Pietro já pensa na GP2. Segundo o brasileiro, não há necessidade de passar pela GP3, dada a similaridade com o atual certame de Pietro. Felipe Nasr, mais novo brasileiro na F1, tomou decisões semelhantes. 
 
“As pessoas ficam dizendo que a GP3 está à frente da F3, mas para mim, honestamente, acho que são similares. Se você olhar o grid, os melhores pilotos da GP3 obviamente são bons. Mas, se olhar o grid inteiro, a F3 é mais competitiva. Então, para mim o próximo passo será a GP2”, finalizou.


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