F2

Trident confirma Binder ao lado de Marciello como dupla para temporada 2015 da GP2

René Binder foi confirmado ao lado da Raffaele Marciello no cockpit da Trident para a temporada 2015 da GP2. Será o terceiro ano começando como titular na categoria, mas o primeiro pela equipe italiana
Warm Up / Redação GP, do Rio de Janeiro
 René Binder vai correr pela Arden em 2014 (Foto: GP2)
A Trident confirmou nesta quarta-feira (11) o acordo com René Binder para guiar o carro #12 na temporada 2015. Será o quarto ano de Binder como titular na categoria, terceira começando do início.
 
Em 2015, a Trident terá Johnny Cecotto Jr., Sergio Canamasas e Axcil Jefferies à frente de seus dois carros. Binder guiou a Trident pela primeira vez nos testes de pós-temporada em novembro, em Abu Dhabi.
 
"Estou feliz por fazer parte do time junto a Raffaele Marciello, um dos mais rápidos pilotos jovens. Me entendi claramente com o time, e isso ficou claro com os tempos no teste em Yas Marina", disse.
René Binder volta para a GP2 em 2015 (Foto: GP2)
"Começamos voando, mas sabemos dos desafios que vamos enfrentar. De qualquer forma, estou honrado por ter sido escolhido pelo time e vou tentar entregar de volta a confiança como puder", seguiu.
 
"Estou muito satisfeito com o time que juntamos esse ano. Nossa meta é ficar na frente do grid e colocar nossos dois pilotos em condições de atingir nossos objetivos. Conhecemos Rene no fim do ano passado e gostamos de seu estilo eficiente, limpo e agressivo", avaliou Maurizio Salvadori, chefe da Trident.
 
Binder marcou três pontos em 2014, apenas nas duas etapas do fim de semana inaugural, no Bahrein. E também é lá que começa a temporada 2015, em 18 de abril.
 
UM OUTRO MASSA

Confiança renovada. Talvez seja este o principal ponto positivo da mudança de Felipe Massa para a Williams. A troca de equipe no início de 2014, nas palavras do próprio piloto, foi uma virada na carreira. Há um ano na Williams, é Felipe Massa quem faz a avaliação de que sua confiança está “muito acima” do que nos tempos de Ferrari. O que aconteceu entre 2010 e 2013 foi deixado no passado. “Estou muito bem. Consegui dar uma virada naquilo que estava acontecendo e que eu estava passando na Ferrari. Estou muito bem, feliz, 100% motivado e com uma confiança muito acima do que eu estava quando saí da Ferrari”, diz o piloto de 33 anos em entrevista exclusiva ao GRANDE PRÊMIO no motorhome da Williams em Jerez de la Frontera, durante o primeiro teste da pré-temporada.

Confira a entrevista exclusiva completa com Felipe Massa no GRANDE PRÊMIO
MISSÃO A CUMPRIR

"Vou ganhar outro campeonato antes de me aposentar". É o que diz Pat Symonds, diretor-técnico da Williams e um dos pilares do renascimento da equipe de Grove. O veterano falou em uma entrevista ao site oficial da F1 sobre como encontrou a Williams em 2013, o que pensa do futuro da equipe, da categoria e de si mesmo e analisou seus pilotos. 

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 A ODISSEIA DE ANDRÉ SUGUITA

Trader do mercado financeiro, André Suguita, paulista de 34 anos, aproveitou uma pausa em suas atividades em bancos de investimento para montar em um quadriciclo Can-AM Renegade e encarar os 9.295 km do Dakar — 4.752 deles de trecho cronometrado. Recém-chegado da aventura por Argentina, Bolívia e Chile, Suguita conversou com o GRANDE PRÊMIO e deu um relato entusiasmado de sua aventura. Décimo colocado na edição 2015 e primeiro brasileiro a completar o Dakar a bordo de um quadriciclo, André sentiu na pele as dores, os medos e as alegrias da maior prova off-road do mundo. Em ‘A Odisseia de André Suguita’, o GP traz um impressionante relato em três capítulos do brasileiro que realizou um sonho de infância e, de quebra, trouxe na bagagem lições que levará para toda a vida.
Dakar.

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