Paddock GP #217 debate saída da Honda da Fórmula 1, Indy e Stock Car

Atração vai ao ar a partir de 20h (de Brasília, GMT -3) com debate sobre a saída da montadora da Fórmula 1. Victor Martins comanda com Gabriel Curty, Pedro Henrique Marum e Guilherme Bloisi

A edição #217 do Paddock GP, a mesa redonda composta por jornalistas do GRANDE PRÊMIO para debater as últimas novidades do esporte a motor, vai ao ar nesta segunda-feira (4), às 20h (horário de Brasília. GMT -3), no canal do GP no YouTube.

Victor Martins comanda a atração virtual junto de Gabriel Curty, Guilherme Bloisi e Pedro Henrique Marum.

O principal assunto do programa é o anúncio da Honda, que comunicou a saída da Fórmula 1 após 2021. A montadora japonesa fornece unidades de potência para Red Bull e AlphaTauri.

Newgarden foi brilhante na rodada dupla em Indianápolis (Foto: Indycar)

O fim de semana de corridas na Indy, no misto de Indianápolis, e na Stock Car, em Cascavel, também ganha espaço, além do lobby de Chase Carey, diretor-executivo do Liberty Media, para a construção do autódromo de Deodoro, que quer sediar o GP do Brasil.

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Os maiores pilotos da Fórmula 1 por aproveitamento

Lewis Hamilton é o maior piloto da história da Fórmula 1? Ou é Michael Schumacher? Ah, já sei, é o Ayrton Senna? Ok, nessas horas sempre vem aquele que diz que “vocês dizem isso porque nunca viram Juan Manuel Fangio ou Jim Clark correrem”. A verdade é que tudo isso é relativo. Por isso, que tal olhar para os números da F1 de uma forma diferente, pelo aproveitamento?

Claro que nem assim os números, sempre frios, entregam toda a verdade. Há a percepção humana, o envolvimento do público, o que cada um fez além das pistas e, obviamente, as diferenças entre carros e campeonatos das mais diversas épocas. Olhar porcentagens em vez de números absolutos pode, claro, atenuar distorções causadas por épocas em que se corrida muito menos que hoje – mas eleva, também, pilotos que por algum motivo correram muito pouco, entre outas questões.

Michael Schumacher é um exemplo clássico: o alemão, após se aposentar, retornou para a F1 e fez mais três temporadas pela Mercedes. Sem vitórias e com um único pódio, tal período fez com que o aproveitamento do heptacampeão caísse, ainda que sem afetar seus números absolutos.

Além disso, campões que morreram jovens podem ter sido privados de conquistar mais vitórias e títulos, mas também não passaram pelo mesmo período de fim de carreira de campeões como Schumacher, Kimi Räikkönen e Fernando Alonso, apenas para citar três recentes.

Dito isso, vamos aos aproveitamentos da Fórmula 1 neste top 10 especial, em números contabilizados até o último GP de Eifel de 2020.

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