Animado para defender ‘cinturão’, Sato cita imagem em 300 mil ingressos e brinca com pôster no IMS: “Nunca me vi tão grande”

Takuma Sato está de volta ao IMS um ano depois da vitória marcante de 2017. Com status de estrela e um dos pilotos mais requisitados em Indiana, o japonês está impressionado por se ver tanto pela pista

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Um ano atrás, Takuma Sato foi quem cruzou a bandeira quadriculada com a vitória das 500 Milhas de Indianápolis. Aos 40 anos de idade, viveu o grande momento da carreira. O status que tem agora, ao viver a realidade do mês de maio no Indianapolis Motor Speedway, é completamente diferente: o que dá para ver logo na entrada do circuito.

 
Sato brincou sobre o enorme pôster dele que tem na entrada do Indianapolis Motor Speedway. Isso é apenas uma das coisas que terão o rosto de Sato no domingo da corrida: bilhetes de entrada e camisas serão outras, além, claro, do troféu. 
 
"Fico tão feliz somente de estar de volta. Nunca vi uma foto minha tão grande como a que tem na entrada do autódromo, sabe? 300 mil pessoas vão estar com o bilhete de entrada com minha foto. E depois tem todo esse público gritando seu nome, crianças com você na camisa. É um suporte incrível", brincou.
 
"Eu ainda posso acreditar que tudo aconteceu há 12 meses. De lá para cá, foi uma jornada incrível em fazer parte desse tour do vencedor da Indy 500. Ganhei tantos fãs", falou espantado.
 
"É como na manhã do Media Day: tinha uma sessão de autógrafos com vencedores da Indy 500 no museu [em Indianápolis] e foi uma reunião de várias gerações. Foi legal ter um espaço e todo esse tempo para conversar com os fãs, que querem mesmo essa interação com você", seguiu. 
Takuma Sato (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)

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Sato foi na linha da maioria de pilotos opinou e reconheceu que a corrida provavelmente terá as ultrapassagens muito dificultadas pelos pacote aerodinâmico para pistas ovais dos novos carros. Mas crê que pode ser bom para o show.

 
"Não esperava que fosse tão difícil passar os carros, mas é bom para o esporte. Os pilotos recebem bem o desafio, e isso é bom para o esporte, ter o aumento da dificuldade humana. Com relação ao show que a corrida representa, no entanto, complica um pouco, porque muitas ultrapassagens sempre rende um grande show. Não sei o quanto podemos fazer [de ultrapassagem] na comparação com o ano passado, mas se ficarmos imediatamente atrás de alguém será bem difícil passar", disse. 
 
Apesar dos carros empurrados pela Chevrolet terem se saído melhor na classificação, Sato crê que a corrida será diferente. "A Chevrolet tem alguma velocidade a mais na classificação, mas acho que a Honda será mais forte na corrida, no tráfego e tudo mais." 
 
Sato também foi questionado sobre a força dos pilotos que passaram dos 40 anos de idade, como ele e Helio Castroneves, que não é mais titular da Penske durante a temporada. O japonês lembrou também de Tony Kanaan e concordou com Marco Andretti: a Indy 500 é mais mental que física. 
Takuma Sato (Foto: IndyCar)
"Ter Helio aos 43, Tony aos 42 – óbvio que agora sentimos falta de Dario. Os 40 [de idade] trazem uma perda física, com certeza, mas também trazem experiência. Em comparação a quando eu tinha 20, acho que tenho força mental igual atualmente. O pelotão é todo forte, mas, para nós, a Indy 500 é inteiramente sobre desempenho. Precisa ser perfeita", explicou. 
 
"Acho que para a Indy 500 é mais importante estabilidade mental que performance física. Sim, será exaustivo mentalmente. Fisicamente, nem tanto. Perdemos alguns quilos durante a corrida, mas outros lugares, com muitas curvas, são mais exigentes. Aqui é muita reta e muita velocidade. Exigente, sim, mas não necessariamente fisicamente", falou.
GRANDE PRÊMIO cobre in loco a edição 2018 das 500 Milhas de Indianápolis com o repórter Gabriel Curty e com o fotógrafo Rodrigo Berton. Acompanhe o noticiário aqui.

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