Chaves valoriza performance da Harding em St. Pete, mas vê margem para evolução e alerta: “Não vai acontecer sempre”

Gabby Chaves chegou em 14º na estreia da temporada em São Petersburgo, mas tinha tudo para beliscar até um top-5 não fosse um problema nos boxes. No entanto, o colombiano não está tão empolgado assim com a Harding neste momento

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A Harding é uma grata surpresa da Indy. Em 2017, a equipe disputou apenas três corridas – todas em ovais – e teve ótimos momentos em todas elas. Na abertura de 2018, primeira temporada em que o time fará o campeonato todo, Gabby Chaves terminou em 14º, mas tinha ritmo até para buscar, quem sabe, um top-5, não fossem os problemas que enfrentou nos boxes.

 
Acontece que o colombiano não se deixa enganar pela boa performance que a equipe teve nas ruas de São Petersburgo e imagina a Harding ainda sofrendo para encontrar um ritmo sempre próximo das rivais maiores, que tendem a evoluir mais tranquilamente.
 
"Nós ficamos muito orgulhosos do nosso desempenho em St. Pete, mas não podemos nos enganar. Sabemos que não vai ser assim toda semana, ainda temos muito a melhorar para sermos verdadeiramente competitivos em relação às equipes maiores", disse o piloto ao site norte-americano 'Motorsport.com'. 
Gabby Chaves espera a Harding sofrendo um pouco para buscar as equipes maiores (Foto: IndyCar)

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Apesar de se manter cauteloso em relação ao momento atual da equipe, Gabby acredita que a Harding tem evoluído rapidamente para quem começou do zero.

 
"Acho que conseguimos já cortar pela metade a distância que os times maiores tinham para nós. Talvez mais da metade da distância, aliás. Isso é muito bom, mas precisamos seguir dando grandes passos. Agora é questão de achar pequenos detalhes para evoluir", seguiu.
 
Uma preocupação que Chaves tem atualmente é em relação aos circuitos mistos. Para o colombiano, esse tipo de pista tende a complicar bem mais a vida da Harding que os circuitos de rua.
 
"Acho que em circuitos mistos essa vantagem dos grandes será maior. O tipo de pista interfere, certamente, ali, um carro mais bem acertado vai permitir que o piloto ande bem mais rápido e cada derrapada significará perda de tempo, algo que não necessariamente ocorre na rua", completou.

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