Chilton traça paralelo com Indy e critica disparidade de performance entre equipes na F1: “Isso não é esporte”

Agora na Indy, Max Chilton criticou a diferença de performance entre o ponteiro e o último colocado na F1 e avaliou que uma discrepância tão grande não é característica de esporte. Britânico destacou que a categoria norte-americana, por outro lado, está atingindo um nível de paridade cada vez maior

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Titular da Carlin na temporada 2018 da Indy, Max Chilton criticou a falta de competitividade da F1. Britânico avaliou que uma categoria onde o nível dos competidores é tão diferente não pode ser considerada esporte.
 
Chilton defendeu a Marussia o Mundial da FIA (Federação Internacional de Automobilismo) por dois anos, mas jamais conseguiu pontuar. Na Indy, por outro lado, o britânico tem como melhor resultado o quarto posto nas 500 Milhas de Indianápolis de 2017.
Max Chilton destacou competitividade da Indy em comparação com a F1 (Foto: IndyCar)

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“Eu corri contra pessoas como Daniel [Ricciardo, que venceu corridas, então sei que não estou a um milhão de quilômetros de distância”, disse Chilton à publicação britânica ‘Sportsmail’. “É frustrante quando um esporte é injusto assim. Quando você está guiando e sendo ultrapassado por um carro que é 30 km/h mais rápido não é esporte”, ponderou.
 
“O problema que a F1 tem neste momento é que tem uma diferença de 4s entre o líder o último carro e isso não é realmente esporte”, disparou. “O esporte deveria ser nivelado ou o mais próximo possível”, opinou.
 
Na visão do britânico, nenhuma categoria será completamente nivelada, mas Chilton acredita que a Indy privilegia o talento do piloto.
 
“No ano que vem, a Indy vai estar muito mais perto de ser uma categoria monomarca, como jamais esteve”, comentou. “Todos têm o mesmo kit aerodinâmico, tem uma diferença muito pequena entre os motores e as corridas devem ser ainda mais apertadas no próximo ano”, opinou.
 
“Então, pelo menos, todos os carros podem estar dentro do mesmo segundo, o que é ótimo para os fãs”, considerou.
 
Garantido na Carlin para o próximo ano, Chilton não descartou uma volta à F1, mas impôs uma condição: “em um time do meio para a frente” do pelotão.
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