Em ato com papéis invertidos, Newgarden brilha na estratégia e Dixon mostra que pode ser arrojado
Josef Newgarden e Scott Dixon pareciam estar com os corpos trocados em São Petersburgo. Foi dia do americano vencer com uma estratégia brilhante, enquanto o neozelandês arrancou o segundo lugar na marra com bastante arrojo

"Falamos sobre isso exatamente antes da corrida. Estávamos tentando entender se deveríamos ir com pneus usados ou com novos, e escolhemos os gastos no último minuto. Teríamos essa vantagem se precisássemos e deu certo. Tudo funcionou de forma perfeita. A Chevrolet entregou tudo neste final de semana. Tivemos um motor incrível, tivemos tudo que precisamos em termos de combustível e confiabilidade. Estou falando sério, realmente entendemos tudo no sábado e a partir daí foi um foguete. Estou muito feliz com essa equipe. Temos os melhores dos melhores aqui", resumiu o vencedor do dia.
"No geral, um ótimo dia para a equipe. O trabalho nos boxes foi fenomenal, buscamos bons pontos. Claro que queríamos vencer, mas faltou pouco, parabéns ao Josef. Ele guiou muito e teve ótima estratégia. O tráfego gerou umas oportunidades para passar, é um circuito interessante. Acho que todo mundo aqui ficou feliz com esse começo de temporada", explicou Dixon.

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"Definitivamente, tive um dia bem melhor aqui que nos últimos anos, então estou feliz. Nós ficamos em situação complicada parando cedo, ficamos sem defesa. Também não poderia ter perdido a posição na relargada. A estratégia ficou prejudicada também com tudo isso. Fiz o meu melhor ali para segurar o pódio. Foi o que deu para fazer nas circunstâncias, tive mais pontos que nos últimos anos, então, estamos no jogo", disse Will.

"O top-5, com certeza, é satisfatório, mas eu acho que poderia fazer mais. Alguns pit-stops não saíram como o esperado, mas o trabalho da equipe foi muito bom hoje. Acho que a gente tinha carro suficiente para vencer, foram detalhes que escaparam, mas estou bem feliz. Preciso agradecer o pessoal da Ganassi, comecei o ano melhor do que poderia imaginar", comentou o sueco.

Se a pré-temporada foi complicada, a etapa de abertura em St. Pete não foi melhor para a Foyt. Matheus Leist foi vítima do carro batido de Ed Jones – que inclusive quebrou a mão no lance -, enquanto Tony Kanaan foi 15º, sofrendo com a falta de ritmo do carro e ainda um erro da equipe nos boxes.
A primeira prova da Indy pode não ter sido um primor, mas mostrou suas principais equipes muito fortes e, principalmente, provou que suas principais estrelas são versáteis e estão em grande forma para a luta pelo título.
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