GUIA 2020: Chegada da McLaren e oficialização de Herta na Andretti sacodem grid

Sem mudanças entre os pilotos que lutaram pelo título nos últimos anos, as movimentações mais importantes estão em Colton Herta de vez na Andretti e Marcus Ericsson na Ganassi. A chegada da McLaren é cercada por tremenda curiosidade

GUIA 2020
_Andretti e Ganassi se reforçam, mas Indy começa com Penske favorita

A temporada 2020 da Indy não começa com mudanças extravagantes no grid, tanto no campo dos pilotos quanto no das equipes. O próximo dia 15, em São Petersburgo, marca o início do campeonato, a primeira das 17 etapas que irão desembocar em Laguna Seca, dia 20 de setembro. O grid abre sem que haja qualquer tipo de revolução, mas com mudanças importantes. A maior delas é a chegada da McLaren, após quase três anos de diálogos, participando integralmente da temporada. 
 
Uma parceria da tradicional companhia europeia fez com que absorvesse estrutura e pessoal da Schmidt Peterson, mas agora com orçamento mais significativo. Pato O'Ward e Oliver Askew foram os dois escolhidos como titulares, enquanto James Hinchcliffe perdeu o emprego e Marcus Ericsson partiu para a Ganassi. Fernando Alonso estará presente, claro, mas apenas na Indy 500 e com a McLaren como segunda opção: a primeira era a Andretti, mas a história conturbada com a Honda pesou demais
Colton Herta (Foto: Indycar)
Colton Herta segue trabalhando com a Harding, mas a equipe foi puxada de vez para dentro da estrutura da Andretti – no ano passado o carro já era operado pela gigante do automobilismo americano, mas o time funcionava de maneira independente. Tirando isso, a escuderia de Michael vai igual, a não ser pelo espaço para Hinchliffe guiar na dobradinha de Indianápolis e no Texas. A campeã Penske também segue com seus mesmos titulares – Josef Newgarden, Will Power e Simon Pagenaud – e cede um quarto carro a Helio Castroneves na Indy 500. A diferença é que Scott McLaughlin, veterano do V8 Supercars, terá o bólido no GP de Indy. Já a Ganassi, além de Ericsson, mantém Scott Dixon e Felix Rosenqvist.
 
O grupo de brasileiros se resume a Castroneves com a Penske na Indy 500 e a Tony Kanaan, com a Foyt, somente nos ovais do campeonato. Entre mistos e pistas de rua, o #14 será dividido entre Sébastien Bourdais e Dalton Kellett. Na mesma equipe, Charlie Kimball substitui Matheus Leist. Felipe Nasr ainda é uma possibilidade, mas falta a Carlin realizar algum tipo de anúncio: o time inglês só confirmou Max Chilton até o momento.
 
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