Hinchcliffe ressalta papel de Wickens em direcionar SPM e diz que ajuda “segue relevante” em 2019

James Hinchcliffe deixou claro que Robert Wickens pode não estar no grid em 2019, mas segue ajudando a Schmidit Peterson. O canadense afirmou que o estreante do ano de 2018, deu feedbacks importantes que o time vai usar nesta temporada

Robert Wickens pode não estar em um dos carros da Schmidt Peterson em 2019, mas segue influenciando no trabalho da equipe. James Hinchcliffe ressaltou que como os carros da Indy seguem os mesmos de 2018, os palpites do canadense seguem sendo relevantes.
 
Wickens fez sua estreia na categoria norte-americana no último ano, se destacando e mostrando grandes resultados – alcançou quatro pódios. Entretanto, em Pocono sofreu um grave acidente que o deixou paraplégico e o afastou das pistas por tempo indeterminado. Mas nem isso o impediu de vencer o prêmio de estreante do ano da Indy.
 
Agora, com um novo campeonato se aproximando, Hinchcliffe ressaltou que as sugestões de Robert ainda vão ser úteis para o time. “O kit aerodinâmico da Indy de 2018 não mudou para esta temporada e não há grandes mudanças nos pneus. Então, sem dúvidas, a visão de Robbie ainda vai ser sentida”, pontuou.
 
“Ele ajudou a direcionar a equipe, particularmente com acerto para traçados mistos, e encontrou uma direção realmente boa. Sem mudanças nos carros, esses ajustes vão ser relevantes e podem render frutos em 2019. E absolutamente é nossa esperança que ele vai estar envolvido no lado da engenharia e nos dê sua visão”, completou.
Robert Wickens e James Hinchcliffe (Foto: IndyCar)

Parte do sucesso da Schmidt Peterson, em 2018, se deu por conta de que a dupla de pilotos procurava sempre as mesmas coisas para seus carros, apesar do estilo de pilotagem diferente. E pelas primeiras impressões, as coisas vão seguir neste mesmo cenário com Marcus Ericsson, novo titular do time.
 

“Não estava lá na primeira volta de Marcus em dezembro, mas ouvi que estava bastante próximo, baseado no que os engenheiros viram dele. Mas mesmo assim, fiquei surpreso em ver como próximos estávamos, agora que tivemos a primeira chance de corrermos juntos no primeiro dia”, falou Hinchcliffe.
 
“Durante a tarde, tentamos diferentes direções, mas com componentes similares, e nosso feedback foi quase idêntico. Claro, foi apenas o primeiro dia em nosso trabalho juntos, mas estou otimista que estamos no mesmo caminho”, completou.
 
O ex-F1 vai assumir o carro #7 da equipe. O motivo é que Sam Schmidt e Ric Peterson, donos do time, deixaram o #6 à disposição para quando Wickens se sentir pronto para retornar para as pistas.

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