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Indy anuncia “próximo passo de segurança” e revela nova proteção de cockpit a partir da Indy 500

A Indy segue seu trabalho em tentar aumentar a segurança dos pilotos. Em nova medida, a categoria anunciou a Proteção Frontal Avançada, que vai passar a ser adotada a partir das 500 Milhas de Indianápolis

Grande Prêmio / Redação GP, de São Paulo
A Indy mostrou que segue com o trabalho para aumentar a segurança dos pilotos. Nesta terça-feira (19), a categoria anunciou a mais nova medida na proteção de cockpit dos carros, que é a Proteção Frontal Avançada.
 
A peça, feita de titânio e produzida pela Dallara, vai fazer sua primeira aparição no dia 24 de abril, quando vão ser realizados testes abertos em Indianápolis. Todos os carros receberão o dispositivo.
 
A PFA, que tem pouco mais de 7 cm de altura e aproximadamente 2 cm de largura, foi projetado para impedir que detritos acertem o piloto. Vai ficar localizado na frente do cockpit, na linha central do chassi. A peça passou por todos os testes de força da Dallara.
A Indy vai adotar a proteção de cockpit a partir da Indy 500 (Foto: Indy/Chris Beatty Design)
Entretanto, o dispositivo não é exatamente uma novidade na Indy. Diversas versões da proteção tem sido testas tanto na pista quanto em simuladores desde 2012. Até que então, a tecnologia atual permitiu com que a peça se tornasse uma opção prática.
 
Todos os carros inscritos para a 103ª edição das 500 Milhas de Indianápolis vão receber a peça, e a partir de então vão levar para o restante da temporada.
 
“A busca pela segurança é algo que nunca termina, e esse é o mais recente passo dado pela Indy na evolução. Há mais detalhes sobre as fases a seguir”, afirmou Jay Frye, presidente da categoria.
 
Um dispositivo semelhante ao halo, atualmente usado na Fórmula 1, chegou a ser considerado, mas não foi possível ser colocado na atual versão do chassi da Indy.
 
A categoria também considerou adotar o windscreen, chegando a testá-lo em duas oportunidades na pista em 2018, uma em Phoenix e a outra em Indianápolis. Os testes aconteceram sem problemas, mas análises mais recentes mostraram que era necessário mais trabalho para ser implementado.