Leist cita Europa “muito política” e justifica escolha pela Indy Lights e pelos EUA: “Preciso pensar no meu futuro”

Matheus Leist tem apenas 18 anos, mas já pensa o tempo todo no que vai fazer no futuro. Ao GRANDE PRÊMIO, o gaúcho explicou que optou pelos EUA e pela Indy Lights para garantir que vai conseguir viver do automobilismo

 

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Muita gente deve ter estranhado a ida de Matheus Leist para a Indy Lights, mas o gaúcho tem uma boa explicação para ter aberto mão da GP3 e, principalmente, da Europa. Nesta sexta-feira (3), Leist conversou com o GRANDE PRÊMIO após ser anunciado pela Carlin na categoria norte-americana. Segundo o jovem de apenas 19 anos, a escolha pelos EUA se deve ao momento extremamente político do automobilismo europeu e ao risco que corria de não ter continuidade em sua carreira tentando a sorte na Europa.

 
Leist começou explicando que a escolha pela Lights foi feita pensando no futuro como piloto, na garantia de que vai conseguir viver da profissão. Para o gaúcho, o problema da GP3 é estar imersa no ambiente político da Europa.
 
"Não foi nem tanto da GP3 em si que abri mão, mas da Europa. Para mim, hoje tudo ali está muito político, não só a GP3, é muito dinheiro envolvido. Enquanto isso, os EUA dão muita oportunidade para pilotos bons, campeões", resumiu Leist. "O Road to Indy se encaixa perfeitamente no que eu procuro hoje: quero ter uma carreira no automobilismo, ter isso como profissão. A opção pela Lights é pensando no meu futuro e no que vai ser da minha carreira. O prêmio do campeão da Lights também é ótimo: $ 1 milhão para correr na Indy", explicou.
 
A temporada 2017 promete ser bem desafiadora para Matheus, já que o brasileiro não tem qualquer experiência em solo americano e, muito menos, em ovais. 
 
"Sendo bem sincero, não conheço nada de lá, nunca andei em pista alguma, nunca andei em oval e nem no carro. Vai ser tudo novo para mim nisso. Pelo menos conheço o time, já que a Carlin correu contra mim nesses últimos anos. É uma equipe muito tradicional, para mim e muitos outros a maior da Europa e agora eles estão crescendo nos EUA", seguiu.
 
Segundo o piloto, o título conquistado pela Carlin com Ed Jones em 2016 não aumenta a pressão e, sim, o deixa mais confiante e ciente de que vai ter um carro para brigar por título.
 
"Acho que não aumenta a pressão, aliás, me deixa até mais confortável por saber que eles estão me oferecendo algo bom. Eu vou procurar evoluir a cada treino, a cada ida para a pista e vou tentar me adaptar o mais rápido possível nesse time que vai me dar a oportunidade de ser campeão", disse.
Matheus Leist vai correr de Carlin na Indy Lights em 2017 (Foto: F3 Inglesa/Divulgação RF1)

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Leist destacou o projeto da Carlin atrás de maior envolvimento no automobilismo americano e sonhando em até chegar à Indy. Para o gaúcho, saber dos planos ambiciosos da equipe é algo animador.
 
"Isso com certeza anima. Eu conversei com eles pela primeira vez em 2015, falei com o próprio Trevor e ali ele me disse que o plano dele era fazer exatamente a mesma coisa que fez na Europa, tendo carro em todos as categorias nos EUA", contou.
 
Ainda que deixe claro que não abre mão do sonho da F1 e que ainda pensa em, um dia, estar na categoria máxima do automobilismo mundial, Leist assegurou que seu foco, hoje, está na Indy.
 
"Meu foco hoje precisa ser na Indy, precisa ser em garantir minha carreira. Mas, vamos imaginar que em um futuro próximo em chegue à Indy, comece a vencer corridas e tenha um grande desempenho lá, aí, talvez, as chances de ir para a F1 apareçam, mas hoje é foco na Indy", explicou.
 
Citando o irmão mais novo Arthur, Matheus disse que vê mais jovens pilotos brasileiros seguirem o mesmo caminho, abdicando da Europa e pensando na carreira construída dentro dos EUA.
 
"Acho que a tendência é cada vez ter mais brasileiros por lá. O Road to Indy ajuda muito os pilotos bons e, no Brasil, vários bons pilotos acabam não tendo espaço na Europa e voltam para cá meio perdidos, sem conseguir fazer nada. Meu irmão mesmo, que ainda tem 15 anos e corre de kart, provavelmente vai seguir meus passos e tentar ir para Indy", completou.
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