Na ressaca em Detroit, Indy ainda tenta se alimentar das sobras de Alonso. Mas na bandeja aparece Gutiérrez

O GP de Detroit sempre é melancólico por vir colado nas 500 Milhas de Indianápolis, mas em 2017 a ressaca é especial, já que a categoria se despediu do 'fenômeno Alonso'. Um ex-F1 entra no grid, mas com muito menos prestígio: Esteban Gutiérrez substitui o lesionado Sébatien Bourdais

 

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O clima de ressaca é algo bastante típico no GP de Detroit. Colocada uma semana depois das 500 Milhas de Indianápolis e sem 1% do apelo que tem a corrida mais importante do calendário, a etapa das ruas da Belle Isle sempre tem um ar de melancolia, mas em 2017 isso está especial.

Este fato se deve ao espetáculo que foi a 101ª edição da Indy 500. A corrida, disputada em um nível altíssimo e com equilíbrio e emoção até os metros finais, ainda teve a presença de ninguém menos que Fernando Alonso, algo que inegavelmente conseguiu aumentar ainda mais a visibilidade do evento.

Alonso, em menos de um mês, se apaixonou pela Indy e fez a categoria se apaixonar por ele. Companheiros de equipe, adversários, organizadores, Michael e Mario Andretti, Gil de Ferran e tantos outros se encantaram pelo jeito do espanhol e pelo que Fernando fez em maio. O estouro do motor do asturiano na Indy 500 foi, certamente, um dos momentos esportivos de maior repercussão nas redes sociais.

Esteban Gutiérrez é o ex-F1 que aparece em Detroit (Foto: IndyCar)

O contraste entre Detroit e Indianápolis fica atenuado pela 'substituição' de piloto da F1 no grid. Esteban Gutiérrez, que passou sem nenhum sucesso pela categoria máxima do automobilismo mundial no ano passado com a Haas e em 2013 e 2014 com a Sauber, assume a vaga do lesionado Sébastien Bourdais na Dale Coyne.

E Gutiérrez, agora oficialmente confirmado pelo resto do tempo que Bourdais passar em recuperação, já chegou à categoria com um desempenho completamente oposto ao de Alonso. Se o espanhol espantou pela rápida adaptação, o mexicano seguiu a média de pilotos estreantes e foi muito lento, fechando o TL2 impressionantes 3s3 atrás do líder Helio Castroneves e 0s9 atrás do companheiro Ed Jones.

"Isso tudo é muito diferente do que eu estou acostumado. Eu adorei ter guiado um carro da Indy, é tão natural, você sente muito mais o volante. O asfalto é um pouco irregular, a pista tem um traçado traiçoeiro, isso tudo é muito interessante, mas também complicado. Eu fiz tudo muito na correria desde que cheguei, mas aos poucos vou pegando o jeito das coisas. Eu só fui usar os pneus mais macios no final, então quero ver como o carro vai se portar amanhã", comentou o novato mexicano.

Se o clima é de ressaca e o charme de Detroit nem se compara com o do Indianapolis Motor Speedway, ao menos a promessa é de uma rodada dupla equilibrada. Na casa da Penske, as zebras são presenças frequentes, com Dale Coyne, KV e Schmidt Peterson tendo vencido nos últimos anos.

Graham Rahal tem tudo para dar muito trabalho em Detroit (Foto: IndyCar)

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Falando de zebras, as equipes que mais parecem prontas para o papel são RLL e Schmidt Peterson. A primeira, que corre novamente com dois carros neste final de semana, teve Graham Rahal impondo um ritmo impressionante, liderando o TL1 e ficando em segundo no TL2. Enquanto isso, a SPM viu Mikhail Aleshin beliscar um top-5 na segunda sessão, 0s1 acima de Rahal.

"Esta é uma pista em que eu geralmente ando bem, já fiz pódios, fechei em quarto a corrida 1 do ano passado. Além disso, ela está melhor neste ano. Foi um começo com o pé direito, obviamente. Pela manhã, não precisamos mexer em absolutamente nada do acerto, o carro estava perfeito. Depois, com a pista esquentando, tivemos um pouco mais de trabalho, mas aposto que foi isso para todo mundo. Espero que o carro siga bem e confiável para o dia de amanhã que é bem puxado", avaliou Rahal.

Entre as maiores equipes do grid, a dona da casa Penske parece mesmo estar na frente. E o grande comandante do time até aqui é Castroneves, que mostra-se empolgado pela liderança do campeonato, pelo grande desempenho que culminou no segundo lugar na Indy 500 e pelo histórico na Belle Isle.

"É muito bom estar em Detroit, tem todo um componente especial por ter sido o palco da minha primeira vitória. A combinação de pista, asfalto, casa bem comigo, com meu estilo. Esta é uma das pistas que eu sequer olho pros dados dos meus companheiros, eles acabam olhando bem mais. É uma pista muito importante para a equipe, para o Roger Penske, então vamos tratar de buscar um bom resultado", disse o brasileiro.

Helio Castroneves (Foto: IndyCar)

A Ganassi não parece ter se acertado logo de cara. Além de Penske, RLL e SPM, parece atrás ainda da Andretti, mas nada que preocupe Tony Kanaan. O brasileiro, décimo no TL2, falou da boa expectativa que tem para a classificação da manhã de sábado.

"O nosso carro está muito bom, estou satisfeito com a condição que vamos para a classificação de manhã. Todo mundo aqui está no mesmo barco em relação às dificuldades com os pneus. Conseguimos um ritmo muito bom no TL2 que não apareceu pelo tráfego que tivemos na nossa melhor volta rápida", afirmou o baiano.

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