Wickens destaca experiência adquirida em DTM, a “F1 com carroceria”, e elogia “europeia” Schmidt Peterson

Robert Wickens chegou à Indy com status de novato mas experiência de veterano. Segundo o canadense falou em entrevista ao GP, os anos de DTM deram a ele uma maior profundidade na carreira para lidar com grandes categorias. Agora, numa equipe que trabalha com mentalidade parecida a que conheceu na Europa, vai bem

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O começo de Robert Wickens na Indy é uma surpresa. Mas os dois pódios nas primeiras cinco corridas da temporada não vieram do nada. O canadense de 29 anos disputou as seis últimas temporadas do DTM e lá, garante, aprendeu muito.

 
Wickens foi questionado pelo GRANDE PRÊMIO, durante entrevista exclusiva, sobre o que levou para a Indy em termos de bagagem que poderia ajudar a Schmidt Peterson. De pronto, citou o período lidando com fábricas de grande porte e orçamentos enormes no DTM. Aliás, comparou a categoria de turismo à F1.
 
"Minha experiência [trouxe para a equipe]. Acho que trago muito ao time em termos de opiniões. Trabalhei com grandes montadoras no DTM, orçamentos grandes e tudo mais por muito tempo. Então o nível aqui não é um choque. Sinto que dei um passo ao lado, não para frente ou para trás”, afirmou ao GP
 
“Vejo que as pessoas não entendem o quão técnico o DTM é. Para quem não sabe, bom, é como um F1 com carroceria. O desenvolvimento é como o da F1, com atualizações a cada corrida e avanços constantes. Aprendi muito nos meus seis anos lá e trouxe muito para cá”, seguiu. 
 
Na sequência, Wickens comemorou a forma europeia com a qual a SPM opera. “Há muita abordagem europeia sendo usada aqui, o conceitos de gerência geral, tem muita coisa parecida na Schmidt Peterson. Acho que estamos trabalhando bem nesse sentido.”
Robert Wickens (Foto: Rodrigo Berton/Grande Prêmio)
Apesar da afirmação sobre a SPM ser muito europeia, a engenheira de corridas Leena Gade, demitida na última quarta-feira (24) após a eliminação de James Hinchcliffe no Bump Day, falou outra coisa. Segundo ela, a mentalidade europeia dela não casou com o norte-americanismo da escuderia de Sam Schmidt.
 
Wickens, de qualquer forma, larga na 18ª colocação das 500 Milhas de Indianápolis.  
TEM LENHA PRA QUEIMAR

CASTRONEVES SENTE FALTA DA INDY E MERECE ESTAR NO GRID

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