Kurt Busch é suspenso por tempo indefinido em caso de agressão à ex-namorada e não corre em Daytona

A Nascar comunicou na noite de sexta-feira que Kurt Busch está suspenso após a condenação de um tribunal do Delaware por ter agredido sua ex-namorada. O piloto não corre, assim, em Daytona

No início da noite desta sexta-feira (20), a Nascar anunciou a suspensão de Kurt Busch por tempo indeterminado. A decisão veio após o veredito de condenação por um Tribunal de Kent County, no Delaware. O piloto é acusado de ter agredido sua então namorada, Patrícia Driscoll. A agressão teria ocorrido no trailer do piloto em setembro, após um treino em Dover.
 
A nota da Nascar dizia que "Kurt Busch está suspenso de correr e de participar de qualquer evento organizado pela entidade até segunda ordem”. O piloto pode apelar da decisão da Nascar.
 
O comissário do Tribunal condenou o piloto da Stewart-Haas a passar por uma avaliação de saúde mental. Além disso, Busch deve ficar a mais de 100 metros de distância de Driscoll em corridas da Nascar, estando proibido de ter qualquer contato com ela e os filhos. 
 
Segundo o site ‘Charlotte Observer’, os documentos do processo diziam que Busch pode cometer atos de violência no futuro caso não seja tratado.
Kurt Busch foi suspenso por tempo indefinido pela Nascar e está fora da etapa de Daytona (Foto: AP)
Em pronunciamento, o vice-presidente da Stewart-Haas Racing, Joe Custer, acatou a posição da Nascar. "Entendemos a posição da Nascar sobre Kurt Busch e aceitamos a sua decisão”.
 
A equipe ainda não definiu o piloto que vai estar no carro de Busch na Daytona 500. O favorito é Regan Smith, titular da Jr Motorsports na Xfinity Series. "Estamos finalizando os planos para a Daytona 500 e vamos anunciar esses detalhes assim que estivermos prontos", informou em nota.
 
Kurt foi demitido da Roush no final de 2005, após dirigir embriagado. Seguiu para Penske, aonde substituiu Rusty Wallace.  Após seis temporadas, perdeu o emprego depois de tratar mal um repórter da ESPN na última etapa de 2011.
 
Depois de correr em equipes pequenas, o irmão de Kyle Busch ganhou outra chance, agora na Stewart-Haas no início de 2014. Também no ano passado, Kurt participou das 500 Milhas de Indianápolis pela Andretti.
 
O SEGUNDO ROSTO

A proibição da FIA dos pilotos trocarem a pintura de seus capacetes durante a temporada atraiu críticos num primeiro momento, mas nem todos odiaram a medida. Felipe Massa é um daqueles que se mostrou favorável à ideia.

"O capacete é seu segundo rosto, não entendo o porquê de precisar mudar toda hora", disse, ganhando apoio do tricampeão Niki Lauda, chefe da Mercedes.

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