Preso no fim do grid na Nascar, Bowyer admite se sentir “miserável” na HScott: “Muito pior do que imaginava”
Esperando pela aposentadoria de Tony Stewart, Clint Bowyer lamenta a falta de velocidade e estrutura da pequena HScott: “Temos um engenheiro aqui. Quando saí da Michael Waltrip, eram 28”
Para Clint Bowyer, 2016 é um ano de transição. Depois do fim da Michael Waltrip Racing, o veterano precisa esperar a aposentadoria de Tony Stewart para assumir o #14 da Stewart-Haas. Enquanto isso, Bowyer passa um ano na pequena HScott. O problema é que a equipe, outrora promissora, parece ter andado para trás, fazendo que seu piloto viva o pior começo de temporada da carreira. Sem muita expectativa de melhora, Clint admite se sentir “miserável”.
“Estaria mentindo se não dissesse que é muito pior do que imaginava, do que eu estava preparado para encarar. Me sinto bastante miserável agora e não planejo passar o ano inteiro assim. É duro. Quando se está nessa situação, você quer arrancar o couro do volante, ficar louco e tudo, mas isso não ajuda em nada. E você sabe que nossos caras estão trabalhando dia e noite para sequer estarmos onde estamos”, lamentou Bowyer, falando ao ‘Motorsport.com’.

Clint Bowyer (Foto: Getty Images)
Nas sete primeiras provas de 2016, os resultados de Bowyer são de chorar. O melhor resultado é um 18º lugar. Em quatro ocasiões, Clint sequer conseguiu passar da 30ª posição. Mesmo se um milagre acontecesse e o veterano vencesse uma prova, sua participação no Chase ficaria em aberto, por não estar no top-30 no campeonato.
“Simplesmente não temos as ferramentas que as outras equipes têm. Não temos nada de nada. Nós temos um engenheiro por aqui. Quando saí da Michael Waltrip, eram 28. Temos um”, seguiu.
Os resultados ruins vêm depois de uma temporada promissora da HScott. Com um bom Justin Allgaier no volante, a equipe dava claros sinais de evolução, conseguindo até um oitavo lugar em Bristol.
“Todos querem dizer, até eu, ‘eles estiveram melhores no ano passado, o que está acontecendo?’ Posso dizer que a diferença é que todos os times que estavam atrás ano passado formaram alianças. A Front Row tem uma aliança com a Roush. A BK comprou todos meus carros do ano passado, que se classificavam em 20º e andavam em 15º”, considerou.
“Em essência, eles têm muito mais informações do que nós temos agora. Não estou dando desculpas, mas virou padrão se alinha com outra equipe por não contar com os recursos ou a engenharia”, finalizou.
🏁 O GRANDE PRÊMIO agora está no Comunidades WhatsApp. Clique aqui para participar e receber as notícias do GP direto no seu celular!
Acesse as versões em espanhol e português-PT do GRANDE PRÊMIO, além dos parceiros Nosso Palestra e Teleguiado.
📩 NEWSLETTER GP
Assine e receba notícias exclusivas e bastidores das pistas diretamente no seu e-mail!