Nomeação de Jordá para Comissão de Mulheres da FIA irrita pilotas: “Desapontador e desanimador”

Pippa Mann, Tatiana Calderón e Jamie Chadwick expressaram desalento com a indicação da espanhola Carmen Jordá, pilota que nunca conseguiu bons resultados nas pistas e que afirma que mulheres não conseguem competir no esporte a motor contra homens

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A decisão da FIA de colocar Carmen Jordá como representante da Comissão de Mulheres da entidade, divulgada na última segunda-feira (13), irritou profundamente outras pilotas. Em entrevista para a 'Autosport', diversas pilotas expressaram seu desalento com a opção.

Jordá é uma pilota sem grandes resultados no automobilismo. Ela foi pilota de testes da Lotus na F1 e, na GP3, nunca conseguiu classificação entre os 20 carros em três temporadas.

Além disso, é conhecida por declarações polêmica, como a afirmação de que mulheres não conseguem competir contra homens no esporte a motor em nível parelho.

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Pippa Mann, que já competiu na Indy, é uma das que se posicionaram contra a indicação da espanhola. "É extremamente desapontador saber que uma pilota sem resultados importantes em qualquer categoria nas quais esteve, e que não acredita que mulheres possam competir (no mesmo nível), tenha sido indicada para a Comissão de Mulheres. É desanimador e representa um passo atrás da FIA", disse a britânica.

Para Tatiana Calderón, da GP3, a indicação é uma "surpresa": "Porque a maioria das mulheres do esporte a motor discorda de suas visões. Claro que podemos competir no mais alto nível e não precisamos de um campeonato feminino."

"O mais preocupante é pensar se essa indicação representa o que a FIA acredita sobre mulheres no epsorte a motor", afirmou Mann.

Por fim, outra pilota contatada pela revista foi Jamie Chadwick, que compete na F3 britânica. Para ela, a presença de Jordá na Comissão "diminui o padrão de qualidade" da FIA: 'Sei que posso competir com homens. Se uma mulher com a quantidade certa de talento e dinheiro aparecer, pode sim competir na F1", finalizou.

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