‘Treta’ da Audi mancha ano dominado por Wehrlein no DTM. Webber é enfim campeão mundial no WEC

Pelos lados do DTM, Pascal Wehrlein mostrou, aos 20 anos de idade, que é uma das grandes promessas do automobilismo. A temporada, no entanto, foi manchada pela polêmica ordem do chefe da Audi, Wolfgang Ullrich, para um de seus pilotos deliberadamente tocar Wehrlein. No WEC, Mark Webber, Timo Bernhard e Brendon Hartley mostraram do que a Porsche é feita

A retrospectiva do GRANDE PRÊMIO continua nesta quarta-feira (15) com uma revisão das temporadas do DTM e do Mundial de Endurance.  Pelos lados da categoria alemã, o mundo descobriu que Pascal Wehrlein é para valer e que 2015 foi completamente esquecível para a Audi e a Volkswagen. No WEC, o título voltou para a Porsche e foi para Mark Webber, enfim campeão mundial. Ele e mais Timo Bernhard e Brendon Hartley são os novos donos do cinturão após um 2014 dominado pela Toyota.
Wehrlein lavou a alma depois de ter sido tirado da corrida pela Audi de Scheider (Foto: DTM)

DTM

O ano do DTM não foi dos mais emocionantes nas corridas finais. Pascal Wehrlein, com uma regularidade ímpar, dominou a fase derradeira do campeonato e acabou o campeão mais jovem de toda a história. Não era o que parecia lá pela metade, quando Wehrlein se viu no meio de um escândalo que nada tinha a ver com ele. A batida proposital manchou o ano da Audi e foi o momento mais importante de um campeonato não tão bom.

 
Enquanto Marco Wittmann nadou sozinho durante todo o ano de 2014, 2015 começou com pinta de que o nome a ser batido era outro, de Jamie Green. O inglês venceu a prova que abriu a temporada em Hockenheim e varreu a segunda etapa do ano em Lausitz. Três vitórias nas quatro primeiras etapas. Wittmann começou longe das primeiras posições. Nas três primeiras etapas e seis corridas, três top-10 – um P5 e dois P9 – e três corridas fora da pontuação. 
 
A Mercedes, após anos ruins no DTM, começava a mostrar sinal de vida. A sorte começou a virar em Norisring, quando Wehrlein apostou numa estratégia diferente dos ponteiros. Na chuva, parou antes, contou com a melhor condição da pista para acelerar e tomar a ponta. Foi assim que o alemão venceu a primeira do ano. Era o começo de uma campanha histórica do reserva de Lewis Hamilton e Nico Rosberg na F1.
 
Mas no momento exato daquele final de semana, porém, a sensação era de que Robert Wickens era o dono da situação. O canadense foi segundo colocado no sábado, seguindo a estratégia de Pascal. No domingo, não teve jeito e venceu. Mesmo assim, após um terço do campeonato, Green ponteava com 81 pontos contra 70 de Mattias Ekström e 67 de Wehrlein.
 
Para Wittmann, o campeonato prometeu esquentar em Zandvoort. A temporada internacional abriu uma nova porta. No que terminou sendo um final de semana de António Félix da Costa, Wittmann segurou um ataque voraz do português para ir à vitória – iniciando um top-7 completamente da BMW. No domingo, no entanto, não houve quem segurasse AFC. Novamente, domínio completo da BMW, agora com top-5.
 
O fim de semana da Holanda foi, também, o melhor do ano para Augusto Farfus. Ele marcou a pole no sábado, acabou chegando em quarto, mas voltou à briga no domingo. Terminou em segundo, voltando ao pódio.
 
Já em Zandvoort, Green perdeu boa chance de abrir na ponta. Então líder do campeonato, Jamie mostrou que era o melhor piloto da competição até ali ao passar Edoardo Mortara logo na largada no sábado. Só que problemas eletrônicos forçaram sua saída, e Mortara caminhou para a primeira vitória do ano. O segundo colocado foi Wehrlein, assinando seu quinto top-10 seguido.

A treta que marcou o campeonato
 
Caía um pé d'água em Spielberg quando a corrida do domingo deveria começar. Depois de atraso e largada com safety-car, a prova teve altos e baixos, mas nada que ameaçasse a ponta de Ekström, que se tornou líder. Mas o que fez o sueco não foi o que realmente importou daquela corrida. 
 
Na volta final, ainda na chuva, Robert Wickens tocou em Wehrlein, que se tornara líder um dia antes. Num primeiro momento, parecia um incidente desconfortável, mas nada como o escândalo que se desenrolou em seguida.
 
O áudio do rádio de Timo Scheider vazou. Nele, uma ordem partida direto da boca de Wolfgang Ullrich, chefe do automobilismo da Audi – de Ekström: "empurre-o para fora". Foi o que Scheider fez quando os três estavam enfileirados – ele bateu em Wickens que acertou Wehrlein e o tirou da prova. Pascal viu guerra. 
Wehrlein é para valer (Foto: DTM)
O DTM obviamente não gostou e delegou a caça às bruxas para a Federação Alemã. Scheider foi suspenso para Moscou, Ullrich pediu desculpas formais e mesmo assim foi banido do pit-lane por todo o resto de 2015. Além disso, a Audi foi punida com € 200 mil e os 67 pontos conquistados na fatídica corrida. Muito mais que isso, perdeu respeito e uma credibilidade que logo seria destroçada com a polêmica de emissão de gases poluentes da Volkswagen.

Show de um menino só
 
A briga pelo título foi basicamente até aí. Porque depois da treta colossal do 2015 triste da Audi, Wehrlein reinou sozinho. Venceu a primeira em Moscou – a última vitória que teria – e encaixou uma sequência de solidez fenomenal: apenas depois de já ser campeão ele ficaria sem pontuar. Mike Rockenfeller, em meio a uma temporada apagadíssima, venceu a segunda em Moscou
 
Em Oschersleben, enquanto Wehrlein se mantinha nas posições intermediárias da zona de pontuação, Mortara, Green e Ekström decepcionavam. Pascal fez dois P5, mas apenas Green, P8 na corrida do domingo, fez qualquer ponto. Quem voltou a ir bem foi Farfus, com o quarto posto no sábado e mais um pódio e segundo lugar no domingo.
 
O panorama se repetiu em Nürburgring. Wehrlein foi ao pódio com o terceiro lugar no sábado e voltou ao quinto posto no domingo. Mortara até foi segundo colocado – Ekström fez décimo lugar – no sábado, o que manteve a chance matemática acesa para o fim de semana final da temporada.
 
Golpeada, a Audi chegou a Hockenheim ainda em posição de confirmar o título entre as montadoras. Enquanto isso, Wehrlein precisa de pouca coisa – e aconteceu. Pascal largou no 13º lugar, mas foi oitavo colocado no sábado, enquanto Ekström ficou com o P9. 
 
Neste ponto, apenas o sueco e o italiano Mortara, que abandonou poderia chegar – e tinha de descontar o suficiente para brigar no fim. Não rolou, e Wehrlein, a 24 horas de se comemorar 21 anos de idade, se tornou o campeão mais jovem da história do DTM.

A Audi, como todo castigo é pouco, perdeu o título por apenas sete pontos para a BMW. Um desfecho chamado carma.

WEC

A temporada 2015 do WEC foi marcada pelo incrível crescimento da Porsche. Os alemães que fecharam 2014 como uma possível potência para este ano, fizeram valer a esperança depositada e varreram o campeonato, vencendo por equipes e também vendo um de seus trios saindo campeão: Mark Webber, Timo Bernhard e Brendon Hartley.
 
Na LMP2, a G-Drive ficou com a taça, com o fortíssimo trio Roman Rusinov/Julien Canal/Sam Bird abocanhando o título, com quatro vitórias em oito corridas.
 
Enquanto isso, na GTE-Pro, o título acabou ficando com o austríaco Richard Lietz, único a atingir 145 pontos com a Porsche.
 
Por fim, na GTE-Am, a russa SMP conseguiu ver um de seus trios dividir o título: Viktor Shaitar, Aleksey Basov e Andrea Bertolini venceram três provas seguidas durante a temporada, o suficiente para sumir na frente dos rivais.
 
O GRANDE PRÊMIO relembra como foi a temporada do Mundial de Endurance.
Timo Bernhard, Mark Webber e Brendon Hartley foram campeões no WEC (Foto: WEC)
Lotterer/Tréluyer/Fässler supera classificação ruim e vence em Silverstone
 
A primeira etapa da temporada 2015 do WEC deu todas as mostras de que a disputa seria acirrada o ano todo. Marcel Fässler, André Lotterer e Benoît Tréluyer se recuperaram de um treino classificatório ruim e venceram as 6 Horas de Silverstone, colocando a Audi um passo na frente do resto.
 
A segunda colocação ficou com a Porsche. Romain Dumas/Neel Jani/Marc Lieb teve também uma boa corrida e cruzou a linha final apenas 4s6 atrás do trio da Audi. Quem completou o pódio e indicou o equilíbrio foi a Toyota #1 de Anthony Davidson, Kazuki Nakajima e Sébastien Buemi.
 
Quatro voltas atrás da primeira colocação, Lucas Di Grassi e seus companheiros Loïc Duval e Oliver Jarvis chegaram em quinto.
 
Na LMP2, Rusinov, Bird e Canal já saíam na frente do restante, completando a corrida com uma volta de vantagem para o outro trio da G-Drive, formado pelo brasileiro Pipo Derani, Gustavo Yacamán e Ricardo González.
 
Enquanto isso, na GTE Pro, a Ferrari de Gianmaria Bruni e Toni Vilander começou ditando o ritmo da classe, com o brasileiro Fernando Rees e seu trio chegando em sexto.
 
Na GTE Am, por fim, deu Aston Martin em terras inglesas: Paul Dalla Lana, Pedro Lamy e Mathias Lauda chegaram 33 voltas atrás do trio da Audi da LMP1.
 
Audi #7 vence segunda e desponta como favorito
 
As 6 Horas de Spa viram o mesmo trio vencedor da primeira prova. O protótipo #7 da Audi, de Fässler, Lotterer e Tréluyer se destacou na quarta hora da corrida, superando novamente Dumas, Jani e Lieb, que chegaram em segundo, 13s atrás. Bernhard/Webber/Hartley finalmente apareceu, chegando em terceiro. Di Grassi foi sétimo com seus companheiros, oito voltas atrás.
 

Na LMP2, Derani e seu trio conquistaram a primeira vitória no ano, embolando a disputa interna na G-Drive. Era aquele o dia dos brasileiros no Mundial de Endurance, com Rees e seu trio levando a melhor na GTE Pro. Na GTE Am, por fim, Lauda, Dalla Lana e Lamy dobraram a pontuação na temporada, com o segundo triunfo em 2015. 

Hülkenberg faz história e vence 24 Horas de Le Mans
 
É impossível começar a falar da edição de 2015 das 24 Horas de Le Mans sem exaltar o feito de Nico Hülkenberg. Extremamente talentoso, o alemão deixou um pouco a F1 de lado para sentar no protótipo da Porsche e, inacreditavelmente, vencer a mais importante prova do calendário do WEC.
 
A vitória de Hülk veio no protótipo #19 da escuderia alemã, ao lado de Nick Tandy e Earl Bamber, superando todos os medalhões que fazem a categoria o ano inteiro.
 
O trio de Hülk venceu com uma volta de vantagem para os companheiros de Porsche Webber, Bernhard e Hartley, que se aproveitavam da pontuação dobrada da corrida para se aproximarem dos ponteiros na classificação geral.
 
Confirmando a força no princípio de campeonato, o Audi #7 de Fässler e companhia completou o pódio, na terceira colocação, duas voltas atrás de Hülk e o #19. Lucas Di Grassi foi o quarto com seu trio.
 
Na LMP2, Derani não teve uma das provas mais fáceis, completando na quarta colocação, quatro voltas atrás dos três primeiros de sua classe. Rees foi outro em dia extremamente complicado, cruzando a linha final com os companheiros em nono na GTE Pro. 
 
Na GTE Am, por fim, o trio da russa SMP começava a mostrar para o que tinha vindo, vencendo de forma dominante, uma volta na frente do trio que contou com o americano Patrick Dempsey.
Nico Hülkenberg contou com a ajuda de Nick Tandy e Earl Bamber para vencer (Foto: Facebook/Reprodução)
Trio de Webber vence em Nürburgring e inicia arrancada
 
Nürburgring viu um domínio absoluto da Porsche. Na pista alemã, os protótipos da Porsche sobraram, com a vitória tendo caído no colo do #17 de Webber, Hartley e Bernhard por conta de uma punição que o #18 de Jani, Dumas e Lieb teve de cumprir nos boxes. Aquela era a primeira vitória tranquila do #17, iniciando a arrancada.
 
Fässler, Lotterer e Tréluyer bateram o trio de Di Grassi – o outro da Audi – para seguirem em excelente condição na classificação geral e com mais um pódio para a conta.
 
Na LMP2, a vitória ficou com o Oreca de Matthew Howson, Richard Bradley e Tandy, que vinha embaladíssimo pela vitória na LMP1 com Hülkenberg e a Porsche. O brasileiro Derani fechou o pódio da classe. 
 
Na GTE Pro, outro triunfo da Porsche, desta vez com o 911, pilotado por Richard Lietz e Michael Christensen. Já na GTE Am, a glória ficou novamente com Shaytar, Bertolini e Basov.
Porsche #17 conta com falha mecânica em carro irmão para vencer em Austin
 
A sorte estava começando mesmo a sorrir para Webber e seus dois colegas de carro. O que parecia um segundo lugar certo no Circuito das Américas com o Porsche #18 liderando e ditando o ritmo, virou uma vitória e mais 25 pontos na conta, quando o carro irmão sofreu com problemas mecânicos com 35 minutos para o fim da prova.
 
Para Jani e companhia, pelo outro lado, era praticamente um adeus na luta pelo título. Até ali, o trio do #18 estava próximo dos companheiros do #17, cenário que mudou bastante com a falha mecânica e a consequente derrota na corrida.
 
Quem herdou o segundo lugar foi o eficientíssimo trio do Audi #7, abocanhando mais 18 pontos e seguindo bem na luta pelo título, ainda que o momento fosse completamente da Porsche.
 
Di Grassi finalmente conseguia ir ao pódio com Jarvis e Duval, fechando a corrida norte-americana em terceiro.
 
Na LMP2, os vencedores Bird, Rusinov e Canal garantiram o triunfo após uma árdua batalha com os segundos colocados Nicolas Lapierre, Howson e Bradley. Derani tornou a ver seu trio em uma boa terceira posição.
 
Na GTE, absolutamente nenhuma surpresa. Dominantes, Lietz/Christensen e Shaytar/Bertolini/Basov sobraram na turma na GTE Pro e GTE Am, respectivamente.
 
Jogo de equipe define nova vitória de Porsche #17, desta vez em Fuji
 
As 6 Horas de Fuji mostraram que Porsche e Audi já estavam totalmente focadas na luta entre o #17 e o #7. Prova disto é que na conturbada corrida, ambas fizeram seus demais protótipos abrirem caminho para os principais postulantes ao título.
 
No caso da Porsche, o #18 vinha 30s na frente, quando Jani recebeu a ordem do time para deixar o #17 passar e escapar na frente. Na Audi, um pit-stop fora dos planos fez o #8 perder o pódio, mantendo Fässler, Lotterer e Tréluyer bem próximos de Webber, Bernhard e Hartley.
 
Na LMP2, de novo, a vitória ficou com Rusinov, Canal e Bird. Ao lado de Yacamán e González, Derani fechou a prova no pódio, novamente em terceiro na classe.
 
Bruni e Wilander comprovaram a força da Ferrari na GTE Pro e venceram com tranquilidade. Por fim, na GTE Am, Dempsey conquistou sua primeira vitória no WEC. Ao lado de Patrick Long e Marco Seefried o piloto-ator levou a melhor com a Porsche.
Não era exatamente de alegria a cara do pessoal do #18 com a dobradinha em Fuji (Foto: WEC)
Porsche garante título por equipe com outra vitória do #17 em Xangai
 
Nas 6 Horas de Xangai, a Porsche deu mais uma mostra de que era a marca a ser batida em 2015 no WEC. Com nova dobradinha praticamente incontestável, os alemães asseguraram o título por equipes e viram os pilotos do #17, que lá ganhavam novamente, ficarem muito perto do título.
 
O Audi #7 teve mais um desempenho bom, especialmente com a pista molhada, mas nada que pudesse ameaçar a vitória de Webber, Hartley e Bernhard. Entretanto, após uma rodada de Dumas já no final, o #7 quase abocanhou o segundo lugar.
 
A vitória da LMP2 em Xangai ficou com a Signatech Alpine, adiando a definição do título. Nelson Panciatici, Paul-Loup Chatin e Tim Dillmann venceram. Derani sofria um abandono e dava adeus às chances de título na classe.
 
Lietz e Christensen completaram a festa da Porsche ganhando na GTE Pro e chegando na decisão com o campeonato aberto para a disputa com Bruni e Vilander.
 
Na GTE Am, subiram ao degrau mais alto do pódio os pilotos Emmanuel Collard, Rui Águas e François Perrodo, ainda acumulando chances de beliscarem o título.
Com drama, #17 de Webber conquista título da temporada 2015 do WEC
 
Estava muito fácil para ser verdade. É claro que Webber, Hartley e Bernhard teriam de sofrer muito para saírem campeões da temporada 2015. A quinta vitória consecutiva não veio no Bahrein, muito longe disso, já que o protótipo apresentou uma série de problemas mecânicos e o trio do #17 só cruzou a linha final em quinto.
 
Mais uma vez, o #18 acabou sendo crucial. Jani, Dumas e Lieb controlaram a corrida e, principalmente, o assédio do Audi #7 – que sairia campeão se vencesse as 6 Horas do Bahrein.
 
Ainda nessa corrida, a Toyota finalmente voltou ao pódio em uma temporada em que tudo deu errado. Mike Conway, Stéphane Sarrazin e Alexander Wurz – que fazia sua despedida das pistas – brilharam em Sakhir.
 
Na LMP2, o que se viu foi uma disputa intensa pela liderança. Os campeões da G-Drive, Bird, Canal e Rusinov, conseguiram desbancar a KCMG, que dominou a primeira metade da disputa.
 
No GTE Pro, outra vitória da Porsche. Frédéric Makowiecki e Patrick Pillet foram os responsáveis por superar a Ferrari de Vilander e, assim, entregarem o título de 2015 para Lietz. Na LMGTE Am, a Aston Martin triunfou, com Lauda, Lamy e Dalla Lana, mas Basov, Bertolini e Shaytar foram os que mais comemoraram, com o título. 

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