Barreda mostra confiança e Rodrigues afirma que Honda está “muito forte para ganhar” Dakar 2015 na disputa das motos

É a terceira edição do Rali Dakar desde que a Honda voltou a competir entre as motos, e de acordo com dois dos pilotos da equipe japonesa, Joan Barreda e Hélder Rodrigues, os três anos de trabalho já colocam o time em condições de sair dessa edição do off-road mais tradicional do mundo com o título

O Rali Dakar parte neste sábado (3) para a sua primeira de 13 etapas em 14 dias de competição. E entre as motos a Honda está confiante de que pode chegar ao título com um trabalho que começou três anos atrás, quando a montadora japonesa resolveu regressar à competição. Para a HRC e seus pilotos o time está pronto para tomar as rédeas da edição 2015 e ficar com o troféu pela primeira vez desde a conquista de 1989.
 
Os pilotos da Honda na competição serão Joan Barreda, Hélder Rodrigues, Paulo Gonçalves, Jeremias Israel e Laia Sanz. Em 2013, ano do retorno, o time não venceu uma etapa sequer; já em 2014 conseguiu vencer seis estágios, cinco deles com Barreda e um com o britânico Sam Sunderland. 
Helder Rodrigues espera o título do Dakar em seu terceiro ano de Honda (Foto: Honda)
Agora, em 2015, a montadora leva fé que possa levar o caneco. Barreda, um dos favoritos, ressaltou que a equipe está ajustando detalhes para transformar em conquista o trabalho feito durante todo esse tempo.
 
"Estamos com muita gana, assim como toda a equipe. Chegamos na hora de colocar em prática o resultado do dia a dia de trabalho, todo um ano de trabalho que temos tido em conjunto. E acredito que ganhar o Dakar não é um trabalho de um dia para o outro. Nós estamos como um energia muito positiva e apenas acertando os últimos detalhes, que esse ano vão aparecer bastante. Esperamos lutar e conseguir esse Dakar para a Honda e todos que trabalham com a gente", disse Barreda.
 
O português Rodrigues, líder em pontos gerais entre os pilotos da Honda nos dois anos anteriores – sétimo em 2013 e quinto em 2014 – ressaltou que o projeto da moto é diferente de novo neste terceiro ano e o trabalho feito em conjunto na fábrica do time colocou a Honda em posição de ameaçar a KTM e ficar com o título em 2015.
 
"É meu terceiro ano com a Honda, e neste ano temos trabalhado muito bem e todos juntos. É um trabalho de equipe, desde o início do ano, com o desenvolvimento da moto e na pista, com as corridas e pilotos que temos. Juntamos tudo muito mais e estamos muito fortes para ganhar o Dakar. A Honda está muito bem", garantiu Hélder. 
 
"Temos um trabalho de três anos. Começamos com um desenvolvimento da moto no primeiro ano; ano passado utilizamos uma moto nova; e esse ano fizemos o desenvolvimento de uma nova moto. Estamos bastante bem, muito bem", concluiu.
 
A KTM tem conquistado o título do Rali Dakar entre as motos desde 2001.

O GRANDE PRÊMIO está em Buenos Aires com a repórter Juliana Tesser para acompanhar a largada do Rali Dakar 2015. 

 TEM TALENTO DE CAMPEÃO

A parceria entre Felipe Massa e Valtteri Bottas começou com sucesso. O primeiro ano dos dois foi de ressurreição da Williams e de colocar medo em Toto Wolff, diretor-executivo da Mercedes, que confessou enxergar a equipe de Grove como maior ameaça ao segundo ano de domínio do time alemão. E se Bottas surpreendeu a todos terminando o Mundial de Pilotos na quarta colocação, à frente do tetracampeão Sebastian Vettel e do bicampeão Fernando Alonso, Massa acredita que muito disso foi por causa do que o finlandês aprendeu com ele.

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 PEGO NO FLAGRA
O francês Franck Montagny, que começou a temporada inaugural da F-E defendendo a equipe Andretti, foi pego no exame antidoping após a etapa da Malásia e está suspenso preventivamente das pistas até ser julgado pela FIA. O piloto foi flagrado com um derivado de cocaína no organismo. A revelação foi feita pelo próprio em coluna no jornal francês 'L'Equipe'. Montagny assumiu o erro e revelou que, ao ser chamado pelo fiscal da agência antidoping após a corrida nas ruas de Putrajaya sabia que estava em uma situação delicada.

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MELHORES DO ANO
 
E assim, como num passe de mágica, 2014 passou. Foi rápido mesmo. Se Vettel decepcionou, a Mercedes dominou e o medo de acidentes fatais voltou à F1; se a Ganassi não correspondeu e Will Power fez chegar o dia que parecia inalcançável; se Márquez deu mais um passou para construir uma dinastia; se Rubens Barrichello viveu sua redenção, tudo isso é sinal das marcas de 2014 no automobilismo. Para encerrar e reforçar o que aconteceu no ano, a REVISTA WARM UP volta a eleger os melhores do ano.

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