Barrichello só almeja vencer corrida decisiva da Stock Car em Interlagos. E fala em “esperar pelo destino” depois

Rubens Barrichello sabe que Felipe Fraga está em uma situação muito confortável para se tornar campeão da Stock Car pela primeira vez. Não basta ao veterano apenas vencer. Para chegar ao bi, Barrichello precisa torcer para que seu adversário termine de 13º para baixo em caso de vitória. Por isso, chegar ao topo do pódio é o objetivo inicial. Depois, o piloto espera por uma mão “do destino”

 

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“Lógico que dá aquela baqueada”. Foi assim que Rubens Barrichello resumiu o sentimento ao tomar conhecimento de que Felipe Fraga o superou por apenas 0s011 na última tentativa de volta rápida, que acabou por colocar o veterano em segundo no grid de largada, logo atrás do pole-position e líder do campeonato. Em uma sessão emocionante, o jovem de 21 anos da Cimed comprovou a grande fase da carreira com a conquista da posição de honra em Interlagos. Mas depois de assimilar a perda da pole, Barrichello entende que fez o possível com um carro que teve o motor trocado horas antes da classificação.

 
No fim das contas, Barrichello sabe que Fraga está em uma situação bastante confortável para se tornar campeão da Stock Car pela primeira vez. Basta ao piloto da Cimed um 12º lugar, independente de qual posição chegue Rubens. Por isso, mais do que nunca, a vitória é o grande objetivo do veterano da Full Time. Depois, Barrichello vai esperar por uma mão “do destino”.
 
“Estamos ali na ‘boca’. Ele começou um campeonato muito bom, vem liderando desde o começo. A gente tem que contar muito mais do que só com equipamento, dedicação, experiência, mas um pouco com o jogo das coisas amanhã para fazer uma combinação vencedora. O que quero amanhã é ganhar a prova e vou tentar dar meu máximo por isso. Depois, vou esperar pelo destino e ver o que o Papai do Céu escolheu para a gente”, comentou Barrichello.

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Barrichello vai largar ao lado de Fraga na grande decisão do título em Interlagos (Foto: Duda Bairros/Vicar)
O sentimento a respeito da classificação em si foi positiva diante de tudo o que Barrichello enfrentou neste sábado. Pela manhã, o piloto enfrentou problemas no motor, fato que levou a Full Time a decidir pela troca do equipamento para a sessão desta tarde em Interlagos. Deu certo. Só que Fraga foi ainda melhor e garantiu a pole na sua volta derradeira.
 
“O treino foi muito bom. Tirei tudo o que eu tinha para tirar do carro. Tivemos de trocar o motor, a performance do motor hoje pela manhã não tava muito legal, a gente trocou o motor para classificar. E a equipe está de novo de parabéns por ter entregue um carro muito competitivo para classificar”, destacou.
 
“Fraga vem fazendo um campeonato muito bom, vem muito bem, então não é surpresa. Somos nós que temos de tentar passar por cima disso tudo. Mas estou feliz. São 0s011 atrás, que é nada, são 11 posições que preciso chegar à frente dele, então que seja um 11 mais do que nunca vencedor”, disse, apelando para a sorte e a superstição com o número que o acompanhou durante boa parte da carreira.
 
 
“São dois aspectos. Acho que o fato de saber que o Felipe é um dos grandes talentos que a gente tem como jovem no Brasil; eu com 44 anos, disputando com ele, com a precocidade, com tudo, me sinto lisonjeado, mais ainda por saber que ele quer chegar aos 44 com a velocidade que eu tenho hoje. Então pra mim é um momento muito feliz. Hoje pela manhã, se você tivesse olhado meu semblante, não estava muito bom, sabia que não estava legal. Isso mostra que a garra e a força de vontade estão em mim”, comentou Rubens.
 
Por fim, Barrichello descartou qualquer possibilidade de adotar uma estratégia semelhante à usada por Lewis Hamilton na batalha final contra Nico Rosberg no GP de Abu Dhabi de F1, quando tentou segurar o rival e ajudar com que ele fosse ultrapassado por outros carros, o que acabou não se concretizando.
 

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“Não dá para fazer isso porque, no fim das contas, o Hamilton sabia fazer a conta certinho. Ele passava 0s6 no segundo setor e entrava a 1s3 do Rosberg, e ele não tinha asa. Aqui a gente tem o push, mas se a gente jogar errado, vem uns três e passam a gente também. Então vou tentar buscar a liderança e depois não ficar jogando com essa situação porque o Stock Car é muito próximo”, explicou.

 
“Você não quer muita coisa perto de você. Você quer tentar, como aconteceu na última prova: eu fui pra liderança, ele buscou, eu busquei de novo… Se for desse jeito, ele não vai nem brigar e deixar as coisas acontecerem, lançar um anzol e ficar de olho. Da minha parte, é tentar fazer o máximo e ganhar a prova”, finalizou.
 
O GRANDE PRÊMIO acompanha ‘in loco’ a grande final da Stock Car com grande equipe: os jornalistas Fernando Silva, Gabriel Curty, Nathália de Vivo, Pedro Henrique Marum, Vitor Fazio e o repórter fotográfico Rodrigo Berton.
 
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