Stock Car
17/11/2016 17:30

Com Pizzonia e Campos, Prati-Donaduzzi volta à Stock Car como patrocinadora da equipe de Rodolpho Mattheis

O anúncio oficial deverá ser feito nas próximas horas no Circuito dos Cristais, em Curvelo. A farmacêutica de Toledo, no Paraná, está de volta à Stock Car e vai resgatar a dupla da Mico’s entre 2014 e 2015 ao juntar Antônio Pizzonia e Julio Campos. O ‘Jungle Boy’ regressa à categoria depois de ter disputado algumas etapas no WEC e terá ao seu lado o paranaense, os dois correndo pelo time chefiado por Rodolpho Mattheis
Warm Up, de Curvelo / FERNANDO SILVA, de Curvelo
 A Prati-Donaduzzi está de volta à Stock Car com Pizzonia e Campos (Foto: Fernando Silva/Grande Prêmio)
 
A Prati-Donaduzzi voltará a colorir de roxo o grid da Stock Car em 2017. Depois de um ano de ausência, a farmacêutica baseada em Toledo, no Paraná, está de volta à categoria como a nova patrocinadora da equipe chefiada por Rodolpho Mattheis e vai levar os pilotos Antônio Pizzonia e Julio Campos, este atualmente a C2. Nos últimos anos, a Prati-Donaduzzi foi a principal apoiadora da equipe Mico’s que, sem combustível financeiro, teve de deixar o grid no começo deste ano. O anúncio oficial será feito nas próximas horas em Curvelo, circuito que recebe a principal categoria do automobilismo nacional pela primeira vez neste fim de semana.
 
Campos e Pizzonia vão formar dupla depois de dois anos correndo juntos, entre 2014 e 2015, quando a Mico’s conquistou seus melhores resultados na Stock Car. Atualmente, o ‘Jungle Boy’ não tem vínculo com nenhuma equipe, mas disputou algumas provas do Mundial de Endurance. Campos, por sua vez, deixa a C2 depois de uma temporada para unir forças ao velho-novo parceiro Pizzonia na A.Mattheis.
A Prati-Donaduzzi está de volta à Stock Car e terá novamente Pizzonia e Campos, desta vez no time de Rodolpho Mattheis (Foto: Fernando Silva/Grande Prêmio)
A volta da Prati-Donaduzzi à Stock Car é mais uma peça de um quebra-cabeça que começou a ser montado com o anúncio da saída da Red Bull da categoria e, poucos dias depois, com a oficialização de Cacá Bueno como novo piloto da Cimed Racing, a atual campeã do certame. Daí em diante, várias mudanças foram confirmadas.
 
A Eurofarma/RC, equipe chefiada por Rosinei Campos, o ‘Meinha’, manteve Max Wilson e Ricardo Maurício e contratou Daniel Serra, até o fim do ano vinculado à Red Bull, para guiar o terceiro carro amarelo em um trabalho em conjunto com a RCM, de André Bragantini. A Ipiranga, por sua vez, deixou a RCM e fechou contrato com Andreas Mattheis, assumindo a estrutura que hoje é da Red Bull.
 
A Shell, que atualmente é a principal patrocinadora da A.Mattheis, equipe chefiada por Rodolpho Mattheis, vai mudar de casa com seus dois pilotos, Átila Abreu e Ricardo Zonta, se transferindo de Petrópolis para Americana, interior de São Paulo, sede da TMG, equipe comandada pelo engenheiro Thiago Meneghel. Assim, restava definir quem assumiria o lugar da Shell como a apoiadora da A.Mattheis. Na verdade, a informação já corria à boca pequena no paddock da categoria, com o anúncio prestes a ser oficializado.
 
Outro piloto que teve seu futuro definido para 2017 é Valdeno Brito. Sem espaço na TMG com a chegada da Shell, o paraibano, um dos grandes destaques do campeonato, assinou com a Carlos Alves para formar dupla com o gaúcho Vitor Genz, enquanto Néstor 'Bebu' Girolami está de partida para o WTCC.
 
Assim, um dos poucos grandes mistérios da Stock Car para 2017 é o destino de Felipe Fraga, o grande nome de 2016 e líder do campeonato. O tocantinense, que vai ver seu carro ser guiado pelo mentor Cacá Bueno no ano que vem, deve permanecer na Cimed, em uma segunda equipe.