Em ascensão, Casagrande destaca importância da “sintonia” na Vogel: “Sem isso, não adianta ser o Senna”

Décimo na Stock Car em 2017, Gabriel Casagrande causou uma boa impressão – que segue melhorando em 2018, com o quarto lugar no campeonato. Para alcançar tal nível, a relação com a Vogel foi importante: “A gente tem tudo para brigar lá em cima”

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Para Gabriel Casagrande, 2018 começou melhor que a encomenda na Stock Car. A já boa temporada 2017, com o décimo lugar no campeonato, foi seguida por uma ainda melhor: passadas duas etapas, o paranaense chega ao Velopark em quarto no campeonato. Trata-se de uma consequência da boa relação desenvolvida com a Vogel, equipe que Gabriel defende desde 2017.
 
“Acho que o essencial aqui é sentir bem o carro e estar em sintonia com a equipe”, definiu Casagrande, entrevistado pelo GRANDE PRÊMIO. “Se não existir sintonia ou clima não estiver bom, não adianta você ser o Ayrton Senna que isso não vai resolver. Tem que ter o coach, o engenheiro de cada um, e tentar levar o melhor trabalho para dentro da pista”, seguiu.
 
“A gente tenta sempre fazer o melhor trabalho, mas não tem uma fórmula. A gente vê todo mundo tentando melhor e a Stock Car é uma categoria que está cada vez mais competitiva. Todo ano você vê as equipes mais próximas”, destacou.
Gabriel Casagrande (Foto: Duda Bairros/Vicar)

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O começo promissor, com direito a pódio em Curitiba, deixa Casagrande em condições até de sonhar com título. Mas isso depende de grandes resultados contra carros mais rápidos.
 
“Agora estamos em quarto e a meta é terminar entre os cinco primeiros. Talvez brigar por uma condição de título, mas a gente vê que tem carros bem mais afinados que o nosso”, admitiu. “Mas a gente tem muita fé e muita coragem para chegar lá. Se não for esse ano, no próximo. A gente tem tudo para ficar brigando lá na parte de cima. É o que todo mundo que está aqui quer. Em alguns carros você sabe que vai sofrer mais, mas com entrosamento tudo é possível”, apontou.
Gabriel Casagrande (Foto: Duda Bairros/Vicar)

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No Velopark, o objetivo principal é manter a boa fase. Para isso, Casagrande vê o treino classificatório como muito importante.
 
“Começamos com um treino bom. A hora que colocamos o segundo set de pneus deu uma pioradinha, mas nada que a gente não consiga arrumar. Não estamos muito longe da posição que esperamos ocupar, que é a de ir ao Q3, entre os seis mais rápidos. Assim como eu, todo mundo está tentando ir ao limite. Largar na frente faz uma corrida completamente diferente de quando você está no fim do grid. As coisas acontecem de maneira mais fácil”, finalizou.
 
O treino classificatório da Stock Car começa às 13h deste sábado (21). A corrida 1, por sua vez, começa às 12h25 do domingo.

GRANDE PRÊMIO cobre 'in loco' a etapa do Velopark com os repórteres Fernando Silva e Vitor Fazio. Acompanhe todo o noticiário da Stock Car aqui.
 

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