Stock Car

Maior vencedor do ano na Stock Car, Átila avalia trabalho em 2018: “Evoluí muito como piloto”

Átila Abreu foi um dos grandes destaques do ano na Stock Car. O piloto da Shell V-Power venceu quatro corridas, ‘bateu na trave’ em outras duas e fechou na sexta colocação, dando a volta por cima depois de um primeiro semestre complicado. “Foi uma temporada de aprendizado”, ressaltou o sorocabano
Warm Up / FERNANDO SILVA, de Sumaré
Além de Daniel Serra, grande campeão da temporada 2018, e Felipe Fraga, segundo colocado, a Stock Car teve outros bons destaques ao longo do campeonato. Júlio Campos, que fechou o top-3, foi um deles. Outro nome que merece menção pelo que fez durante o ano foi Átila Abreu. O sorocabano foi o piloto que mais venceu na temporada, subindo ao topo do pódio em quatro oportunidades, tendo a chance de virar o jogo depois de um primeiro semestre particularmente difícil. E foi justamente em meio às dificuldades que o piloto da Shell V-Power conseguiu dar a volta por cima, fechando 2018 como um piloto melhor em todos os sentidos.
 
Ao GRANDE PRÊMIO no fim de semana da corrida decisiva da temporada, em Interlagos, Átila analisou o que foi seu 2018 na Stock Car.
 
“Uma temporada que começou ruim, mas que se desenhou bem neste segundo semestre, com seis corridas, quatro vitórias, um segundo lugar e uma punição quando estava em primeiro. Então foram resultados bons”, salientou.
Átila Abreu comemorou quatro vitórias na Stock Car em 2018 (Foto: Duda Bairros/Stock Car)
“Fiquei muito feliz com minha performance, acho que evoluí muito como piloto nesse ano, em todos os sentidos. Começar um ano em que se esperava brigar pelo título com notícias tão ruins, com uma quebra atrás da outra, um problema atrás do outro, talvez, em outras temporadas, eu teria me estressado muito, teria perdido a linha. E consegui manter a calma, trabalhar junto com a equipe para a gente melhorar. Conseguimos, e os resultados vieram”, complementou o dono do carro #51.
 
As quatro corridas que Átila venceu no ano foram as provas 2. A primeira delas foi em Santa Cruz do Sul, onde tirou proveito do Fan Push para ultrapassar Thiago Camilo e triunfar no interior gaúcho. Depois, já no segundo semestre, venceu na base mais da sorte do que da estratégia em Cascavel — em meio a uma confusão com o safety-car —, repetiu o triunfo, aí sim com muito trabalho de estratégia no Velo Città e voltou ao topo do pódio em Londrina. 
 
A mesma Londrina onde a vitória escapou no primeiro semestre por conta de uma falha no procedimento de pit-stop. Abreu também ficou perto de vencer em Goiânia, na segunda corrida da penúltima etapa do ano, por conta de uma punição sofrida enquanto liderava a disputa. 
 
No fim das contas, o sorocabano entende que sua temporada ao lado da equipe chefiada por Thiago Meneghel foi bastante positiva pelo crescimento obtido ao longo do ano. 
 
“Acho que foi uma temporada bem legal em termos de estratégia de corrida, também, traçar estratégias, me diferenciar um pouco dos adversários. Não é à toa que vieram quatro vitórias, que poderiam ter sido seis, então foi uma temporada de aprendizado, que me ensinou muito e, com certeza, isso vai me ajudar muito nas temporadas seguintes”, finalizou.