Oliveira traça paralelo com Japão e se encanta em interação com público na Stock Car: “É bacana demais”

Radicado há 14 anos no Japão e mergulhado na cultura local, João Paulo de Oliveira pode voltar ao Brasil no último fim de semana para disputar e vencer a Corrida de Duplas da Stock Car ao lado do amigo Daniel Serra. Chamou a atenção do piloto de 36 anos o carinho dos fãs durante a visitação nos boxes, realizada antes da prova

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Cada vez mais voltada para o fã, a Stock Car tem como uma das suas grandes marcas o período de visitação aos boxes, geralmente acontecendo horas antes de cada corrida. Assim, o fã da principal categoria do automobilismo brasileiro tem a chance de ganhar brindes e, principalmente, ficar bem perto do seu ídolo, como aconteceu em Interlagos, por exemplo, com o público fazendo fila para poder tirar uma selfie com nomes consagrados como Felipe Massa, Rubens Barrichello, Felipe Nasr, Cacá Bueno, Átila Abreu, dentre tantos outros.

 
Dentre tantos convidados que tiveram a chance de correr pela primeira vez na Stock Car no último fim de semana, um deles, bem brasileiro, tem sua vida baseada no Japão há 14 anos. João Paulo de Oliveira veio, viu e venceu a Corrida de Duplas ao lado do amigo, Daniel Serra. Horas depois, iniciava outra maratona para cruzar o mundo e voltar para casa. Nesta terça-feira (13), JP já testou pela Super GT, onde corre, em Suzuka.
 
Ao GRANDE PRÊMIO, o piloto se mostrou encantado com o carinho e a proximidade dos fãs em Interlagos, onde não corria há quase 20 anos, e traçou um paralelo com o que está acostumado a viver no Japão.
A visitação dos fãs aos boxes é uma das grandes marcas da Stock Car (Foto: Duda Bairros/Vicar)
“São culturas diferentes, são mundos diferentes. Mas é bacana demais poder ver tudo isso aqui e ter essa experiência, de participar da Stock Car”, destacou o piloto.
 
O Japão também é um país conhecido pela forma contagiante que os fãs apreciam o esporte a motor, como é possível ver em etapas da F1 e da MotoGP, mas também do automobilismo nacional. JP falou como acontece essa interação com os fãs na categoria em que corre desde 2006.
 
“O Super GT também é uma categoria que tem essa característica de interagir com o público. Então tem visitação nos boxes, visitação para as crianças, tem o safári, que os fãs andam com o ônibus dentro da pista, e com os carros andando, tem muita coisa para interagir com os fãs e muita coisa que é diferente”, comentou.
 

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No fim das contas, além do contato com o público brasileiro, valeu para JP a chance de voltar a correr diante dos seus amigos no Brasil e de poder vencer ao lado de outro amigo. Para isso, valeu a pena até ter enfrentado as dificuldades sempre grandes com o fuso horário após tantas viagens aqui e ali.

 
“A maior dificuldade mesmo foi o fuso horário porque cheguei em cima da hora, atrasado, inclusive. Mas foi importante a minha preparação, você deve estar bem preparado para enfrentar uma situação dessas. Porque às vezes você passa uma noite sem dormir e tem aquela responsabilidade de entrar num carro de corrida. Mas o fato de correr aqui em casa, perto dos amigos, e também com o Daniel, que é campeão e um amigo pessoal, é uma grande motivação”, encerrou.
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