Serra abre temporada da Stock Car feliz com início perfeito em Goiânia. E ressalta motivação extra com chance em Le Mans

O filho do icônico Chico Serra começou a temporada 2017 da Stock Car dominando os treinos em Goiânia e também recebeu uma grande chance na carreira e vai disputar as três primeiras provas do Mundial de Endurance pela Aston Martin, incluindo as 24 Horas de Le Mans. Tudo isso faz Daniel começar com motivação extra neste fim de semana em Goiânia

 

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Se há um piloto na Stock Car que não pode reclamar do começo dos seus trabalhos em 2017, este alguém é Daniel Serra. Aos 33 anos, o paulista abre um novo ciclo na principal categoria do automobilismo brasileiro. Depois de correr todos os oito anos da sua carreira com a Red Bull, que deixou o certame no fim do ano passado, Serrinha encontrou guarida na RC Eurofarma, time chefiado pelo preparador Rosinei Campos, o ‘Meinha’. E, depois de quase quatro meses de trabalho na oficina, Daniel finalmente teve a chance de guiar o carro amarelo #29 e, até o momento, foi perfeito em Goiânia.

 
Irretocável até o momento, Serra liderou os dois treinos coletivos que a Stock Car programou como pré-temporada e que antecederam os trabalhos propriamente ditos deste fim de semana no Autódromo Internacional Ayrton Senna. Daniel foi o único piloto a virar abaixo de 1min24s e foi também o mais rápido do primeiro treino livre da etapa que abre a temporada 2017 da Stock Car, nesta sexta-feira (31). Um começo que não poderia ser melhor. Ainda mais porque vem na esteira da confirmação da chance de disputar as 24 Horas de Le Mans como piloto da Aston Martin em junho deste ano.
 
Em entrevista exclusiva ao GRANDE PRÊMIO nos boxes da RC Eurofarma em Goiânia, Serrinha comemorou o bom começo de jornada com sua nova equipe. 

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Daniel Serra começou da melhor forma os trabalhos com a RC Eurofarma (Foto: Divulgação/Daniel Serra/Twitter)
“Tem sido muito bom. Finalmente estamos na pista, depois de tanto tempo sem andar. Expectativa em conhecer uma nova equipe… Obviamente, tivemos reuniões com eles na oficina pra nos prepararmos para o campeonato, mas quando você vem para a pista, é aquela ansiedade. E começamos super bem”, destacou o piloto.
 
“Gostei muito do carro, da forma como a equipe trabalha. Mas é só o começo. Sem dúvida, a diferença desse treino de hoje não é a real, a gente sabe que isso não existe nessa categoria. Mas é um bom jeito de começar”, descreveu.
 
Ao comentar sobre a chance de disputar não apenas as 24 Horas de Le Mans, mas as duas outras etapas que abrem o Mundial de Endurance em 2017 — Silverstone e Spa-Francorchamps —, Serra não escondeu a empolgação com a grande chance da sua carreira. O piloto já tem um histórico bem-sucedido no endurance norte-americano, com várias participações nas 24 Horas de Daytona e no campeonato do IMSA. Agora, chegou a chance de voltar à Europa, mas para correr na Meca das corridas de resistência.
 
“Estou bem feliz. Eu já vinha abrindo pequenas portas lá fora há algum tempo, venho trabalhando para tentar abrir. Na verdade, estou trabalhando ainda para abrir essas portas. Venho testando pneus para a Dunlop há dois anos e meio e, com isso, quando eles acertaram com a Aston Martin para testar com a Dunlop, eles [a Aston Martin] acabaram me conhecendo, e aí começamos a ter contato e deu certo para fazermos as três primeiras corridas do WEC no ano: Silverstone, Spa e Le Mans. Estou muito animado”, comemorou.
Sem desviar o foco da Stock Car, Serra vai correr em três etapas do WEC pela Aston Martin (Foto: Divulgação)
“Minha primeira vez no WEC, minha primeira vez nas três pistas, é a primeira vez correndo com a equipe. Gosto de corrida longa, que tem mais estratégia. O carro também é muito legal de guiar, então estou muito animado”, reiterou Serrinha.
 
Daniel evitou fazer comparações entre o método de trabalho da equipe de Andreas Mattheis, que comandava a estrutura da Red Bull na Stock Car, e sua nova casa, a RC Eurofarma. “As equipes são diferentes. Fiquei oito anos na equipe do Mattheis. Cada um tem seu jeito de trabalhar, seu raciocínio. É até difícil explicar, mas sem dúvida são equipes que trabalham de forma diferente, não que seja melhor ou pior. As duas são muito boas, cada uma à sua maneira de trabalhar.”
 
Serra tem ao seu lado dois grandes campeões da Stock Car: Ricardo Maurício, dono dos títulos de 2009 e 2013, e Max Wilson, campeão em 2010. Daniel, obviamente, também sonha com o título, mas, quando questionado a respeito, deixa claro que prefere caminhar um passo de cada vez.
 
“Cara, é difícil saber. Você depende de muita coisa. Às vezes você faz uma corrida e ganha, mas não sai 100% satisfeito com você, e às vezes você faz um quinto e acha que guiou muito. Claro, a meta minha, da equipe, do patrocinador, é conseguir o campeonato, mas se vai vir ou não, não sei. O mais importante é terminar o campeonato fazendo o que dá para fazer e, se não vier, é tentar melhorar para o campeonato do ano que vem”, finalizou.
 
O GRANDE PRÊMIO acompanha ‘in loco’ a etapa de abertura da temporada 2017 da Stock Car em Goiânia.
 
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