Zonta supera até porta aberta por top-10 no Velocitta. E promete “estratégia agressiva”

Ricardo Zonta é o vice-líder da Stock Car após seis etapas. Agora, ele pensa na tática que vai utilizar para conseguir se manter no topo no Velocitta

O Velocitta recebe neste final de semana a sétima etapa da Stock Car em 2020, e Ricardo Zonta chega a Mogi Guaçu como vice-líder da temporada. Neste sábado (17), ele garantiu apenas a nona colocação no grid, correndo com lastro de 25 kg.

Para o paranaense, um símbolo de dias complicados até o momento: “O fim de semana tem sido bastante difícil. Ontem (sexta) e hoje de manhã estava bem frio, e o balanço do carro acaba sendo afetado pelo calor, pela diferença de temperatura”, comentou.

Segundo Zonta, houve a chance de avançar um pouco mais no grid do Velocitta, mas um “errinho” impediu: “Estou muito feliz de estar entre os dez primeiros, e na minha última volta eu estava vindo nos primeiros setores com um potencial de ficar entre os cinco primeiros, mas no último setor acabei errando um pouquinho, pulei na zebra demais, abriu a porta do carro, e perdi um pouco de tempo.”

“Foi uma pena, temos um carro bem equilibrado para a corrida. É tentar fazer o possível para largar bem e fazer uma estratégia agressiva, pegando bastante pontos na primeira corrida e indo para a segunda corrida também”, completou ele, que tem 132 pontos, 14 a menos que o atual líder Cesar Ramos.

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Átila Abreu (Foto: José Mário Dias/Shell)

Já Átila Abreu beira o top-10 para a corrida 1: sai em 11°. Para quem avançou do Q1 ao Q2 acima disso, uma decepção: “Sofremos um pouquinho com o carro. Trabalhamos bastante para segurar a traseira do carro, mas vem soltando, andando de lado. Então não temos velocidade para ir para a frente.”

“Sofremos porque cada carro da equipe (Crown/Shell) tem uma reação, então fica difícil trocar informações entre os carros. No Q2, como demos uma volta a mais no Q1, o pneu já estava um pouquinho pior, mas é questão de buscar o equilíbrio do nosso carro, o que não estamos achando ainda”, analisou.

“É continuar trabalhando, estamos largando todas as corridas por volta dessas posições, uma corrida um pouco melhor, outra corrida um pouco pior. Mas é uma situação para pensar em pontuar bastante no fim de semana. Vamos torcer para o carro estar melhor na corrida e desempenhar um bom papel”, concluiu.

Galid Osman (Foto: José Mário Dias/Shell)

Já Galid Osman, que abriu o final de semana como líder do primeiro treino livre, até foi ao Q2, mas sai em 15°. “Obviamente depois de liderar os treinos de ontem, estávamos com uma boa expectativa para hoje. Passamos facilmente para o Q2, com uma volta bem tranquila, demos só uma volta rápida para guardar o pneu. Mas demos uma mexida no carro para o Q2, e fomos para o caminho errado, o carro ficou bem difícil de guiar, e isso nos prejudicou bastante”, comentou o #28.

“Vamos largar do meio do grid e tentar fazer duas corridas boas para pontuar o máximo possível, quem sabe com um pódio na segunda corrida”, seguiu.

Gaetano Di Mauro (Foto: José Mário Dias/Shell)

E Gaetano Di Mauro novamente bateu na tecla do sofrimento pelo qual tem passado em classificações. Mais uma vez ele viu o carro da Vogel não render, e sai apenas em 21°.

“Vejo uma situação muito parecida com as outras corridas que tivemos, não temos velocidade de classificação, deixamos a desejar. Vamos entender qual corrida teremos de atacar e tirar o melhor resultado na prova que formos fazer. Vamos decidir entre a corrida 1 e a 2 e tudo depende da situação da corrida, dali para a frente tentar colher o melhor resultado como nas últimas etapas”, finalizou.

A corrida 1 de Mogi Guaçu está marcada para 11h (de Brasília) no domingo; a seguinte, para 11h55. O GRANDE PRÊMIO faz cobertura completa.

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