Campeã vigente, Aprilia apresenta RSV4 em Phillip Island às vésperas do início da temporada 2015 da Superbike

Com Jordi Torres e Leon Haslam, a Aprilia apresentou nesta quarta-feira (18) a RSV4 da temporada 2015 do Mundial de Superbike. Equipe italiana é a campeã vigente na disputa de pilotos e construtores

Às vésperas da primeira corrida da temporada 2015 do Mundial de Superbike, a Aprilia aproveitou o pit-lane de Phillip Island, na Austrália, para apresentar a nova versão da RSV4. Campeã vigente na disputa entre pilotos e construtores, a esquadra italiana começa o ano renovada, com a chegada de Leon Haslam e Jordi Torres ao posto de titulares.
 
Vinda de um histórico vitorioso — com cinco mundiais em um intervalo de sete anos —, a Aprilia começa o Mundial disposta a estender seu domínio. Chefe da fábrica de Noale, Romano Albesiano citou a mudança no regulamento do Mundial, mas se mostrou satisfeito com o resultado dos primeiros testes.
Jordi Torres e Leon Haslam vão vestir as cores da Aprilia em 2015 (Foto: Aprilia)
“Nós somos os campeões reinantes e sempre desempenhamos um papel chave nas temporadas recentes”, recordou Albesiano. “Existem algumas variáveis que podem mudar as coisas, especialmente em termos de regulamento, mas nós trabalhamos duro para nos adaptar”, explicou. 
 
“Nós temos um bom mix de pilotos e estou satisfeito com essas primeiras sessões de testes”, avaliou. “Leon é um piloto sólido e experiente, segundo colocado na temporada 2010, e já se mostrou rápido a bordo da RSV4. Para Jordi, as primeiras corridas certamente serão exigentes, já que ele está se adaptando a uma nova categoria, mas acho que ele será capaz de terminar entre os melhores dentro de um intervalo razoavelmente curto”, completou.
 
Dario Raimondi, gerente da Aprilia, também destacou a rápida adaptação de Haslam e Torres e se mostrou empolgado com as chances da RSV4 de continuar dominado o Mundial de Superbike.
 
“Nós vencemos muito nos últimos anos. Somos os campeões reinantes, mas, felizmente, isso é uma pressão ‘positiva’, com a qual estamos acostumados a lidar”, comentou Raimondi. “Durante o inverno, nos trabalhamos tanto em montar a nova estrutura e na criação da atmosfera correta para os recém-chegados”, seguiu.
Aprilia é a campeã vigente no Mundial de Superbike (Foto: Aprilia)
“Os dois novos pilotos já demonstraram um excelente feeling com a moto e com o time. Nossos rivais não vão facilitar as nossas vias, mas nós estamos alinhados para desempenhar um papel proeminente de novo na temporada 2015”, encerrou. 
 
A RSV4 conta com um motor V4 de 999cc. A suspensão é Öhlins, com freios fabricados pela Brembo. 

Motivação ainda maior

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Três meses depois da derrota, Rosberg garante estar mais motivado do que antes para seguir em busca de um inédito título na F1.

Para o alemão, a dor pela derrota no GP de Abu Dhabi durou pouco. “Para mim, as emoções duram pouco. A vida voltou ao normal muito rápido para mim, depois de um dia ou dois. É assim no esporte. Você tem picos muito altos que não duram muito, e então vai para a próxima”, fala.

“Sempre estou motivado, mas desta vez tenho um algo a mais. Sei como é incrível a sensação de vencer corridas e como é bom vencer o Lewis. Também a possibilidade de estar no melhor carro. E estar nesta equipe é muito bom. Ela melhorou demais nos últimos cinco anos”, acrescenta Rosberg, que está em Brackley desde que a Mercedes assumiu o espólio da Brawn GP no fim de 2009 para voltar a contar com um time próprio em 2010.

Rosberg venceu cinco corridas na temporada 2014 (Foto: AP)

Vices que chegaram lá no ano seguinte

Se depender dos números, está longe de ser impossível que Nico Rosberg conquiste o título em 2015. Na história da F1, 17 pilotos foram campeões no ano seguinte a uma derrota — não chega a ser maioria, afinal o Mundial é disputado ininterruptamente desde 1950, mas também não é uma quantidade desprezível.

Os casos que mais se assemelham ao de Rosberg envolvem o francês Alain Prost. Em 1984, ele foi vice do companheiro de equipe Niki Lauda por 0,5 ponto e tratou de faturar o seu caneco em 1985 — ano em que o austríaco sofreu com problemas de confiabilidade no carro. Depois, em 1989, recuperou-se da derrota para Ayrton Senna batendo o brasileiro com uma prova de antecedência, no controverso GP do Japão. 

Os vices que se redimiram em grande estilo no ano seguinte foram: Juan Manuel Fangio (1950 e 1953), Alberto Ascari (1951), Jim Clark (1962), Jackie Stewart (1968 e 1972), Emerson Fittipaldi (1973), Lauda (1976), Nelson Piquet (1980), Prost (1984 e 1988), Senna (1989), Nigel Mansell (1991), Damon Hill (1995), Jacques Villeneuve (1996), Lewis Hamilton (2007) e Sebastian Vettel (2009).

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